terça-feira, 22 de Abril de 2014

Vouzela, Murtosa e Quercus em parceria de conservação da natureza


22 abril: Dia Mundial da Terra.
  • Os municípios de Vouzela e de Murtosa assinaram um protocolo com a Quercus numa parceria de preservação e conservação da natureza. A parceria pretende unir esforços para exigir o aumento dos valores transferidos para os municípios com áreas classificadas e pedir que estas zonas sejam prioritárias na distribuição de fundos nacionais e comunitários, para que haja mais investimentos privados que possibilitem a criação de emprego. 
  • A Agência Portuguesa do Ambiente assinou com as câmaras de Alcanena e Santarém um protocolo para a requalificação da rede de coletores que irá separar os efluentes domésticos dos industriais. A Associação de Utilizadores do Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena, constituída essencialmente por industriais de curtumes e à qual pertence também o município, será responsável pela reabilitação da ETAR. O projeto deverá estar concluído até ao fim de 2015 sob pena das entidades responsáveis não serem subsidiadas com fundos comuntários.
  • As empresas que exploram o gás de xisto acabam de conquistar poderosos aliados: os sindicatos da construção dos estados da Pennsylvania, do Ohio e da West Virginia, a partir do momento em que começaram a dar emprego aos trabalhadores locais, daqueles estados e não de outros. Os ambientalistas temem que se repita o ciclo do carvão quando começou a ser explorado.
  • Elevadas quantidades de madeira abatida ilegalmente na Amazónia foi comercializada mercê de uma lacuna legal na comunicação entre os sistemas de controlo de comércio de produtos florestais entre os estados brasileiros, denuncia a Greenpeace.
  • A China vai avançar com um vasto programa de centrais nucleares ao longo da sua costa.

A Praia dos Tubarões (50)

"No que respeita ao cordão dunar ainda existente em alguns sectores da zona norte-Centro do pajs e àquele outro que venha a resultar no futuro, quer de operações de recarga arenosa das praias quer da retenção em paliçadas, será necessário proceder à sua plantação com vegetação litoral apropriada, especialmente gramíneas, de forma a garantir a consolidação das areias e a rápida regeneração das dunas. Na verdade, determinadas gramíneas como o estorno (Ammophila arenaria) coustituem um meio eficiente de consolidação dos campos dunares litorais, bastando para tal que se respeite a sua fragilidade natural perante as agressões antrópicas."
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p197

Bico calado

  • Vai ter que sair à força, diz Mário Soares à SIC.
  • Que bem fica o povo unido, por Manuel Cruz in Quatro Almas.
  • O inconseguimento de Assunção Esteves. Youtube (1:24)
  • Paco Bandeira tem canção censurada? Youtube (4:09)
  • Murais políticos renascem 40 anos depois da revolução.

segunda-feira, 21 de Abril de 2014

Polónia quer Europa com mais carvão


Imagem: Público.
  • Rede de bicicletas de uso partilhado nasce entre Santa Apolónia e Algés.
  • A Polónia sugeriu a formação de uma união energética europeia, capaz de responder e resistir à atual crise desencadeada pelo conflito Rússia-Ucrânia. Alegando a subserviência da Europa em relação ao gás importado de leste, a Polónia quer reforçar a extração do carvão e do gás de xisto não só no seu país mas em toda a Europa. Refira-se que 90% da eletricidade consumida na Polónia é produzida a partir do carvão e que o país tudo tem feito para contrariar as recomendações de Bruxelas quanto à redução dos níveis de poluição. Não só tem continuado a subsidiar o carvão, como conseguiu excepções para poder continuar a poluir acima do estipulado e até levou o anterior ministro do ambiente a demitir-se por ser crítico em relação ao gás de xisto.
  • Espuma mata 15 mil frangos em 15 minutos – a tecnologia foi aprovada pela FDA por ser considerada... humana.

A Praia dos Tubarões (49)

“Por um lado, é uma verdade que a construção de esporões e enrocamentos ao longo da costa alimenta a indústria portuguesa de extração de pedra. Bastará analisar os dados estatisticos relativos a 2001, em que as 722 empresas do ramo apresentaram um volume de negócios de 461 608 698 euros e uma rendibilidade líquida de vendas de 4.45%. Mas é também verdade que perante a evolução da linha de costa parece oportuno reavaliar as dimensões actuais destas obras e estabelecer um plano sequencial para o total desmantelamento das mesmas face ao grave desequilíbrio que promovem no litoral norte-centro português."
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p193

Bico calado

As visitas ao Ambiente Ondas3 já ultrapassaram as 612 mil. As 5 postas mais populares da semana que passou foram, segundo a Google Analytics:
As visitas vieram, por ordem decrescente, dos Estados Unidos, de Portugal, do Brasil, da Rússia, da Índia, da Alemanha, da China, da Itália, do Canadá e de França. 

Entretanto, a gestão do Tweeter diz-me que, durante a semana passada, as postas que mais foram lidas e mais interesse despertaram foram as seguintes: 

domingo, 20 de Abril de 2014

Alga poderá limpar resíduos radioativos


Foto: Fernando Belfo 12abr2014.

Reflexão – o fim dos centros comerciais

Imagens de centros comerciais abandonados.

A Praia dos Tubarões (48)

“E mais ainda, tanto faz que os esporões estejam dispostos pexpendicularmente à costa, com a extremidade encurvada para barlamar ou com a extremidade encurvada para sotamar. Os resultados estão a vista e são sempre os mesmos. Efectivamente, o que se constata por todo o litoral norte-Centro de Portugal é que este modelo de tentativa de ‘proteção maciça’ da frente oceânica, com esporões, molhes, paredões e enrocamentos foi provocando uma forte degradação das estruturas naturais eo0 incremento da erosão costeira no litoral português. (...)
Pese embora a possibilidade de várias das obras pesadas existentes não corresponderem às melhores concepções técnicas, a verdade é que os esporões e os molhes construídos sobre a linha de costa dão sempre uma contribuição decisiva para o processo erosivo, ao reduzirem a carga sedimentar que é transponada pela corrente de deriva (predominante de norte para sul a maior parte do ano na costa ocidental portuguesa). Desta forma esta corrente de deriva litoral ao tender para a saturação vai buscar as areias em falta às praias e às dunas promovendo o avanço inexorável da frente de erosão para sectores localizados cada vez mais para sul."
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p192

sábado, 19 de Abril de 2014

O Banco Mundial não devia subsidiar a privatização da água


Segunda-feira, 14 de abril, era este um dos tipos de resíduos que se podia ver perto do Castro de Ovil, em Paramos-Espinho. Abandonado? Claro que não, garante a câmara de Pinto Moreira-Vicente Pinho. Apenas à espera de dinheiros de Lisboa. Há 7 anos à espera, pelos vistos, uma vez que as últimas escavações foram levadas a cabo em 2007. Entretanto, as promessas de um centro interpretativo já têm barbas de 14 anos! E, enquanto o castro espera, há quem seja suficientemente porco e estúpido para ir despejando resíduos como estes pneus de camião.
  • O Grupo Banco Mundial reuniu 4 dias em Washington. A água foi um dos tópicos tratados. O Banco Mundial tudo tem feito para impor a privatização da água como solução para a crise de água. Fá-lo desde 1980, através de subsídios e financiamentos canalizados através da Corporação Financeira Internacional (IFC). Porém, os projetos de água privada que tem apoiado não andam bem. Por exemplo, em Nagpur, na Índia, os preços dispararam, há atrasos e quebras na distribuição, para não falar em ilegalidades e casos de corrupção que já provocaram protestos. Pudera, as infraestruras necessárias para fazer chegar a água às pessoas são muito caras, exigem muitos meios que não motivam os privados, quase sempre cheios de pressa para faturar. Por isso, muitas instituições enviaram uma carta aberta ao Grupo Banco Mundial apelando para que acabe com todos os apoios à privatização da água. Fonte.
  • Arroteias e falta de derrega de trrenos em Santa Maria – consequências ba erosão, quebradas e deslizamentos de solos, por José Andrade Melo.

A Praia dos Tubarões (47)

“Para estes acérrimos defensores da proteção rochosa da costa, a adopção da estrutura ‘esporão’ ainda se justifica na actualidade, quanto mais não seja porque confere o benefício da dúvida sobre o pressuposto de que após a saturação com areias na face de barlamar do mesmo, os sedimentos deslocar-se-ão para sotamar repondo o equilíbrio sedimentar as áreas erodidas.
Nada mais falso!
Nada mais falso para quem costuma ir até à praia, não somente naqueles soalheiros fins-de-semana ou em busca dos primeiros raios de sol primaveril.
Nada mais falso para quem não se desloca a praia unicamente para inaugurações de monumentos de gosto duvidoso, para o hastear de bandeiras azuis ou quando por lá
aparece a televisão.
Efectivamente, nao se revelam de assimilação facil os tais pressupostos da engenharia, para quem tem vindo a olhar o litoral desde há varios anos de forma insistente, regular e com a angústia de observar este ecossistema a desaparecer à medida que o tempo passa.
Mesmo perante uma eventual saturação dos esporões em determinados momentos favoráveis do ano, não são manifestas as pretensas melhorias nos sectores a sotamar dos mesmos.”
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p191

Bico calado

O problema é seu, senhora Esteves, por António Passeira.

Senhora Esteves
Os meios de comunicação social, quando a si se referem, costumam usar a expressão “segunda figura do Estado”. E percorrendo os atinentes artigos da Constituição, parece que é isso mesmo que a senhora é. Pois é.
A Portugal e aos portugueses daria algum jeito se, já que têm a primeira figura que têm, tivessem uma segunda figura que soubesse imprimir ao seu cargo um pouco de dignidade. E a senhora não sabe.
Digamos que é o seu “inconseguimento”, mas é mesmo isso. Dir-se-ia que a senhora não consegue (inconsegue) “projectar para a Assembleia e para o país o seu softpower sagrado”, e, seja lá isso o que for, é uma pena.
Não sei se a senhora sabe que, nessa cadeira onde se senta, ou pelo menos no local onde ela está, se sentaram homens como Henrique de Barros, Vasco da Gama Fernandes, Leonardo Ribeiro de Almeida, Fernando Amaral, para falar apenas destes. Que a senhora herdou a cadeira de Jaime Gama, não de Albino dos Reis.
Senhora Esteves, disse ontem que, se os militares de Abril queriam falar (na sessão solene que em breve vai assinalar os 40 anos da Revolução) e não falam, o problema é deles. Não, senhora Esteves, o problema não é deles, é seu.
Vou explicar-lhe uma coisa. O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou não é apenas um Vasco de apelido Lourenço. O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou é um homem que fez a guerra e fez a Paz. O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou é um dos operários da Liberdade em que queremos viver e da Democracia que lhe permite a si, mulher, ser a segunda figura do Estado. Sei que isso pouco lhe importa, que não teria pejo em ser o que tem sido e ocupar os cargos que tem ocupado se o regime fosse aquele que o Vasco ajudou a derrubar. Duvido é que, sem a obra do Vasco e de outros corajosos militares, esse tal regime a tivesse deixado ser, a si mulher, juiza do Tribunal Constitucional, eurodeputada, lusodeputada e agora segunda figura do Estado. O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou é presidente da Associação 25 de Abril. Que essa associação congrega militares e também civis que fizeram Abril, que gostam de Abril, que gostam da Liberdade que Abril trouxe ao nosso país. Que por lá andam também Garcia dos Santos, Martins Guerreiro, Soares Rodrigues e outros tantos Homens de ideais. Que tem como associados de honra Fernando Salgueiro Maia, Ernesto Melo Antunes, Fernando Valle, Sarmento Pimentel e, uma mulher. Sabia? Chama-se Maria de Lurdes Pintasilgo. E até um Homem cuja vida foi um século de combates e que chegou a liderar o seu partido, senhora Esteves.
O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou fez a guerra, fez a Paz, com outros cujos nomes talvez nada lhe digam, corrigiu-lhe o rumo na altura em que tal foi necessário. Falo de Franco Charais, de Pezarat Correia, do Ernesto Melo Antunes.
Sabe que entre todos eles e a senhora Esteves há uma diferença abissal? E é esta: Eles serviram o Estado e o Povo português, a senhora sempre viveu a expensas do Estado e do Povo português. Nunca fez mais nada. A senhora Esteves acumula pensões; eles, tal como eu próprio, acumulam cortes nas pensões. Isto para não falar do Salgueiro Maia, a quem o seu mentor ideológico, cavaco de seu nome, negou uma pensão ao mesmo tempo que as atribuia a dois pides, talvez os que lhe tinham prometido emprego.
Não foi o Vasco que a senhora Esteves ofendeu. Ofendeu todos os Portugueses que amam Abril, que amam a Liberdade e a Democracia.
Alguns estão até no seu partido, embora sejam cada vez menos.
O problema é seu, senhora Esteves. Ontem foi o dia grande do seu inconseguimento.
Passar bem.

quarta-feira, 16 de Abril de 2014

Espinho: zero em sensibilização ambiental


O relatório de contas da câmara municipal de Espinho relativo ao ano de 2013 tem coisas muito curiosas.
Por exemplo, fiquei a saber que a rubrica “Sensibilização ambiental” está em branco, isto é, a administração PSD nem sequer se dignou prever orçamento. Estamos, pois esclarecidos: a câmara municipal de Espinho, em matéria de sensibilização ambiental é ZERO. Talvez seja por isso que, por exemplo, não há maneira de estancar as laradas dos canídeos ao longo dos passeios públicos e nos jardins e espaços verdes da cidade ou que, passado tanto tempo sobre os temporais e em vésperas de início de época balnear, as praias de Espinho estejam uma lástima.
Também fiquei a saber que a câmara de Espinho pagou apenas metade do que devia à SIMRIA pelos serviços prestados no tratamento de águas residuais. Este facto tresanda mesmo. Como pode a câmara ficar a dever metade de um serviço quando o cobrou integralmente aos munícipes e estes, presumo, o pagaram na íntegra? Ou não é verdade que as taxas de saneamento e de resíduos, chegam, todos os meses, a casa do munícipe anexadas à fatura do consumo de água?


Quercus e BE contra incineradora na Terceira


Lagoa Rasa, S. Miguel. Foto: Pedro Silva, 14abr2014.
  • O Estela Golf Club, interpôs uma providência cautelar contra a Agência Portuguesa do Ambiente, exigindo autorização para fazer um enrocamento que impeça o avanço do mar e a destruição do seu campo de golfe na Póvoa de Varzim. A APA contesta sublinhando que a obra pode ter impactos negativos e irreversíveis na linha de costa e que, por isso, será necessário um estudo de incidências ambientais no troço da costa limítrofe e de análise custo-benefício do respetivo projecto. É curioso ver um clube de golfe, que consome água em quantidades inimagináveis e injeta químicos intensiva e extensivamente alegue que um enrocamento vai defender um cordão dunar e campos de masseira, um património vinícola do século 18. 
  • Os cocktails de pesticidas usados na agricultura estão a provocar efeitos nefastos nos organismos que regeneram o ecossistema terrestre e, por isso, a porem em causa a saúde dos solos nacionais, alerta uma investigação de Susana Loureiro, do Departamento de Biologia e do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro.
  • BE e Quercus estão contra uma incineradora na Terceira. A Quercus já apresentou queixa a Bruxelas porque deveria haver um pré-tratamento dos resíduos. Bruxelas não deveria financiar um projeto destes porque ele não cumpre as metas de reciclagem. Para além disso, está-se a colocar o negócio das PPP à frente da saúde dos cidadãos.
  • Produtoras de transgénicos como a Monsanto, a DuPont Pioneer e a Syngenta “investiram” cerca de 400 mil dólares no combate à legislação que poderá proibir o cultivo de transgénicos em Jackson County, no Oregon.
  • Mineiros que extrairam urânio da mina Rössing, da Rio Tinto, na Namíbia, para ser vendido às forças armadas do Reino Unido e dos EUA estão a morrer após sofrerem de doenças pulmonares, entre outras ainda não identificadas.

Reflexão – Triplicou o número de ativistas ambientais mortos nos últimos 10 anos

O número de ativistas ambientais mortos em 2012 foi três vezes superior ao registado dez anos anos, denuncia a Global Witness. Entre 2002 e 2013, cerca de mil ativistas foram mortos em 35 países, tendo apenas 10 casos merecido condenação. O Brasil (448), as Honduras (109) e o Peru (58) lideram em número de mortos. Na Ásia, as campeãs são as Filipinas (67) e a Tailândia (16). Mais números: Colômbia (52), México (40), Guatemala (21), Cambodja (13), Paraguai (10, Ucrânia (2). Via The Guardian.

terça-feira, 15 de Abril de 2014

Borras de café em tijolos que isolam mais som e mais calor


Piscina natural, Cais do Pico, Açores. Foto: Rui Silva 13abr2014.

Reflexão – os impactos do lixo marinho


A animação Sources and impacts of marine litter (Fontes e impactos do lixo marinho), feita por Jane Lee, para o projeto MARLISCO (MARine Litter in Europe Seas: Social AwarenesS and CO-Responsibility) consegue, em menos de quatro minutos, resumir as principais fontes de lixo marinho: aquele que é atirado ao chão ou se dispersa no caminho até um aterro sanitário; os petrechos de pesca que são abandonados, perdidos ou descartados no mar; a garrafa PET que se fragmenta em pedaços menores de plástico; o cotonete que é descartado no WC; as microesferas de plástico que estão presentes em dentífricos e que fluem pelos ralos; as máquinas de lavar que depositam microplásticos nos cursos de água; os microplásticos que absorvem químicos tóxicos e que são ingeridos por animais e acabam indo parar no topo da cadeia alimentar.
O vídeo mostra ainda os 5 giros oceânicos, onde os plásticos tendem a acumular, devido à convergência de correntes oceânicas e os impactos reais causados pelo lixo marinho: à saúde e segurança humana, com riscos a navegação; impactos econômicos, tanto com a limpeza de praias, como gastos com manutenção de embarcações danificadas; ingestão de lixo e aprisionamento fatal em plásticos por animais marinhos. Via Lixo Marinho.

A Praia dos Tubarões (46)

"Foram necessários decorrer mais cinco anos para que, pelas mãos da Direção Regional do Ambiente do Centro, se retomasse a continuidade deste mesmo Projecto iniciado em 1997 na praia de Esmoriz e com extensão a outros sectores do concelho.
Alguém, porém, se esqueceu de um pormenor importantissimo! Cinco anos é muito tempo em termos da evolução de um litoral muito erodido como este. Lamentavelmente, será já muito tarde para o sucesso deste tipo de intervenções em determinados sectores da costa ovarense que aquela data reuniam ainda condições para serem recuperados."
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p189

Bico calado

segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Exportação de milho transgénico regista quebra de 85%

A Praia dos Tubarões (45)

"Para a concretização das fases seguintes do projecto (colocação de passadiços sobrelevados para acesso pedonal à praia sem pisoteio das dunas, vedação com sebes da envolvente à praia de modo a impedir a intrusão de pessoas e veículos, plantação de flora dunar para ajuda na fixação das areias e um conjunto de medidas de educação ambiental) eram precisos apoios.
Contudo e apesar de todo o entusiasmo e interesse demonstrados pelas gentes locais, por alguns organismos e pelos media em tomo desta obra, a mesma não obteria para as fases seguintes os apoios necessários por parte dos decisores autárquicos camarários, apesar das insistentes diligências feitas junto dos servigos técnicos responséveis. Tratar-se-ia de miopia estratégica ou de uma estratégia política míope?"
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p188

Bico calado

“Os partidos acabaram por transformar-se em agências de emprego e agências de conquista do poder pelo poder. Criaram um sistema em que vão das jotas e começam a ter empregos assim que chegam aos 20 anos, bem remunerados, muitos deles. Basta comparar os vencimentos dos assessores dos ministros com 20 e poucos anos com os de coronéis, professores universitários, médicos...” Vasco Lourenço, Jornal i 12abr2014.