domingo, 20 de Abril de 2014

Alga poderá limpar resíduos radioativos


Foto: Fernando Belfo 12abr2014.

Reflexão – o fim dos centros comerciais

Imagens de centros comerciais abandonados.

A Praia dos Tubarões (48)

“E mais ainda, tanto faz que os esporões estejam dispostos pexpendicularmente à costa, com a extremidade encurvada para barlamar ou com a extremidade encurvada para sotamar. Os resultados estão a vista e são sempre os mesmos. Efectivamente, o que se constata por todo o litoral norte-Centro de Portugal é que este modelo de tentativa de ‘proteção maciça’ da frente oceânica, com esporões, molhes, paredões e enrocamentos foi provocando uma forte degradação das estruturas naturais eo0 incremento da erosão costeira no litoral português. (...)
Pese embora a possibilidade de várias das obras pesadas existentes não corresponderem às melhores concepções técnicas, a verdade é que os esporões e os molhes construídos sobre a linha de costa dão sempre uma contribuição decisiva para o processo erosivo, ao reduzirem a carga sedimentar que é transponada pela corrente de deriva (predominante de norte para sul a maior parte do ano na costa ocidental portuguesa). Desta forma esta corrente de deriva litoral ao tender para a saturação vai buscar as areias em falta às praias e às dunas promovendo o avanço inexorável da frente de erosão para sectores localizados cada vez mais para sul."
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p192

sábado, 19 de Abril de 2014

O Banco Mundial não devia subsidiar a privatização da água


Segunda-feira, 14 de abril, era este um dos tipos de resíduos que se podia ver perto do Castro de Ovil, em Paramos-Espinho. Abandonado? Claro que não, garante a câmara de Pinto Moreira-Vicente Pinho. Apenas à espera de dinheiros de Lisboa. Há 7 anos à espera, pelos vistos, uma vez que as últimas escavações foram levadas a cabo em 2007. Entretanto, as promessas de um centro interpretativo já têm barbas de 14 anos! E, enquanto o castro espera, há quem seja suficientemente porco e estúpido para ir despejando resíduos como estes pneus de camião.
  • O Grupo Banco Mundial reuniu 4 dias em Washington. A água foi um dos tópicos tratados. O Banco Mundial tudo tem feito para impor a privatização da água como solução para a crise de água. Fá-lo desde 1980, através de subsídios e financiamentos canalizados através da Corporação Financeira Internacional (IFC). Porém, os projetos de água privada que tem apoiado não andam bem. Por exemplo, em Nagpur, na Índia, os preços dispararam, há atrasos e quebras na distribuição, para não falar em ilegalidades e casos de corrupção que já provocaram protestos. Pudera, as infraestruras necessárias para fazer chegar a água às pessoas são muito caras, exigem muitos meios que não motivam os privados, quase sempre cheios de pressa para faturar. Por isso, muitas instituições enviaram uma carta aberta ao Grupo Banco Mundial apelando para que acabe com todos os apoios à privatização da água. Fonte.
  • Arroteias e falta de derrega de trrenos em Santa Maria – consequências ba erosão, quebradas e deslizamentos de solos, por José Andrade Melo.

A Praia dos Tubarões (47)

“Para estes acérrimos defensores da proteção rochosa da costa, a adopção da estrutura ‘esporão’ ainda se justifica na actualidade, quanto mais não seja porque confere o benefício da dúvida sobre o pressuposto de que após a saturação com areias na face de barlamar do mesmo, os sedimentos deslocar-se-ão para sotamar repondo o equilíbrio sedimentar as áreas erodidas.
Nada mais falso!
Nada mais falso para quem costuma ir até à praia, não somente naqueles soalheiros fins-de-semana ou em busca dos primeiros raios de sol primaveril.
Nada mais falso para quem não se desloca a praia unicamente para inaugurações de monumentos de gosto duvidoso, para o hastear de bandeiras azuis ou quando por lá
aparece a televisão.
Efectivamente, nao se revelam de assimilação facil os tais pressupostos da engenharia, para quem tem vindo a olhar o litoral desde há varios anos de forma insistente, regular e com a angústia de observar este ecossistema a desaparecer à medida que o tempo passa.
Mesmo perante uma eventual saturação dos esporões em determinados momentos favoráveis do ano, não são manifestas as pretensas melhorias nos sectores a sotamar dos mesmos.”
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p191

Bico calado

O problema é seu, senhora Esteves, por António Passeira.

Senhora Esteves
Os meios de comunicação social, quando a si se referem, costumam usar a expressão “segunda figura do Estado”. E percorrendo os atinentes artigos da Constituição, parece que é isso mesmo que a senhora é. Pois é.
A Portugal e aos portugueses daria algum jeito se, já que têm a primeira figura que têm, tivessem uma segunda figura que soubesse imprimir ao seu cargo um pouco de dignidade. E a senhora não sabe.
Digamos que é o seu “inconseguimento”, mas é mesmo isso. Dir-se-ia que a senhora não consegue (inconsegue) “projectar para a Assembleia e para o país o seu softpower sagrado”, e, seja lá isso o que for, é uma pena.
Não sei se a senhora sabe que, nessa cadeira onde se senta, ou pelo menos no local onde ela está, se sentaram homens como Henrique de Barros, Vasco da Gama Fernandes, Leonardo Ribeiro de Almeida, Fernando Amaral, para falar apenas destes. Que a senhora herdou a cadeira de Jaime Gama, não de Albino dos Reis.
Senhora Esteves, disse ontem que, se os militares de Abril queriam falar (na sessão solene que em breve vai assinalar os 40 anos da Revolução) e não falam, o problema é deles. Não, senhora Esteves, o problema não é deles, é seu.
Vou explicar-lhe uma coisa. O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou não é apenas um Vasco de apelido Lourenço. O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou é um homem que fez a guerra e fez a Paz. O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou é um dos operários da Liberdade em que queremos viver e da Democracia que lhe permite a si, mulher, ser a segunda figura do Estado. Sei que isso pouco lhe importa, que não teria pejo em ser o que tem sido e ocupar os cargos que tem ocupado se o regime fosse aquele que o Vasco ajudou a derrubar. Duvido é que, sem a obra do Vasco e de outros corajosos militares, esse tal regime a tivesse deixado ser, a si mulher, juiza do Tribunal Constitucional, eurodeputada, lusodeputada e agora segunda figura do Estado. O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou é presidente da Associação 25 de Abril. Que essa associação congrega militares e também civis que fizeram Abril, que gostam de Abril, que gostam da Liberdade que Abril trouxe ao nosso país. Que por lá andam também Garcia dos Santos, Martins Guerreiro, Soares Rodrigues e outros tantos Homens de ideais. Que tem como associados de honra Fernando Salgueiro Maia, Ernesto Melo Antunes, Fernando Valle, Sarmento Pimentel e, uma mulher. Sabia? Chama-se Maria de Lurdes Pintasilgo. E até um Homem cuja vida foi um século de combates e que chegou a liderar o seu partido, senhora Esteves.
O Vasco Lourenço que a senhora desconsiderou fez a guerra, fez a Paz, com outros cujos nomes talvez nada lhe digam, corrigiu-lhe o rumo na altura em que tal foi necessário. Falo de Franco Charais, de Pezarat Correia, do Ernesto Melo Antunes.
Sabe que entre todos eles e a senhora Esteves há uma diferença abissal? E é esta: Eles serviram o Estado e o Povo português, a senhora sempre viveu a expensas do Estado e do Povo português. Nunca fez mais nada. A senhora Esteves acumula pensões; eles, tal como eu próprio, acumulam cortes nas pensões. Isto para não falar do Salgueiro Maia, a quem o seu mentor ideológico, cavaco de seu nome, negou uma pensão ao mesmo tempo que as atribuia a dois pides, talvez os que lhe tinham prometido emprego.
Não foi o Vasco que a senhora Esteves ofendeu. Ofendeu todos os Portugueses que amam Abril, que amam a Liberdade e a Democracia.
Alguns estão até no seu partido, embora sejam cada vez menos.
O problema é seu, senhora Esteves. Ontem foi o dia grande do seu inconseguimento.
Passar bem.

quarta-feira, 16 de Abril de 2014

Espinho: zero em sensibilização ambiental


O relatório de contas da câmara municipal de Espinho relativo ao ano de 2013 tem coisas muito curiosas.
Por exemplo, fiquei a saber que a rubrica “Sensibilização ambiental” está em branco, isto é, a administração PSD nem sequer se dignou prever orçamento. Estamos, pois esclarecidos: a câmara municipal de Espinho, em matéria de sensibilização ambiental é ZERO. Talvez seja por isso que, por exemplo, não há maneira de estancar as laradas dos canídeos ao longo dos passeios públicos e nos jardins e espaços verdes da cidade ou que, passado tanto tempo sobre os temporais e em vésperas de início de época balnear, as praias de Espinho estejam uma lástima.
Também fiquei a saber que a câmara de Espinho pagou apenas metade do que devia à SIMRIA pelos serviços prestados no tratamento de águas residuais. Este facto tresanda mesmo. Como pode a câmara ficar a dever metade de um serviço quando o cobrou integralmente aos munícipes e estes, presumo, o pagaram na íntegra? Ou não é verdade que as taxas de saneamento e de resíduos, chegam, todos os meses, a casa do munícipe anexadas à fatura do consumo de água?


Quercus e BE contra incineradora na Terceira


Lagoa Rasa, S. Miguel. Foto: Pedro Silva, 14abr2014.
  • O Estela Golf Club, interpôs uma providência cautelar contra a Agência Portuguesa do Ambiente, exigindo autorização para fazer um enrocamento que impeça o avanço do mar e a destruição do seu campo de golfe na Póvoa de Varzim. A APA contesta sublinhando que a obra pode ter impactos negativos e irreversíveis na linha de costa e que, por isso, será necessário um estudo de incidências ambientais no troço da costa limítrofe e de análise custo-benefício do respetivo projecto. É curioso ver um clube de golfe, que consome água em quantidades inimagináveis e injeta químicos intensiva e extensivamente alegue que um enrocamento vai defender um cordão dunar e campos de masseira, um património vinícola do século 18. 
  • Os cocktails de pesticidas usados na agricultura estão a provocar efeitos nefastos nos organismos que regeneram o ecossistema terrestre e, por isso, a porem em causa a saúde dos solos nacionais, alerta uma investigação de Susana Loureiro, do Departamento de Biologia e do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro.
  • BE e Quercus estão contra uma incineradora na Terceira. A Quercus já apresentou queixa a Bruxelas porque deveria haver um pré-tratamento dos resíduos. Bruxelas não deveria financiar um projeto destes porque ele não cumpre as metas de reciclagem. Para além disso, está-se a colocar o negócio das PPP à frente da saúde dos cidadãos.
  • Produtoras de transgénicos como a Monsanto, a DuPont Pioneer e a Syngenta “investiram” cerca de 400 mil dólares no combate à legislação que poderá proibir o cultivo de transgénicos em Jackson County, no Oregon.
  • Mineiros que extrairam urânio da mina Rössing, da Rio Tinto, na Namíbia, para ser vendido às forças armadas do Reino Unido e dos EUA estão a morrer após sofrerem de doenças pulmonares, entre outras ainda não identificadas.

Reflexão – Triplicou o número de ativistas ambientais mortos nos últimos 10 anos

O número de ativistas ambientais mortos em 2012 foi três vezes superior ao registado dez anos anos, denuncia a Global Witness. Entre 2002 e 2013, cerca de mil ativistas foram mortos em 35 países, tendo apenas 10 casos merecido condenação. O Brasil (448), as Honduras (109) e o Peru (58) lideram em número de mortos. Na Ásia, as campeãs são as Filipinas (67) e a Tailândia (16). Mais números: Colômbia (52), México (40), Guatemala (21), Cambodja (13), Paraguai (10, Ucrânia (2). Via The Guardian.

terça-feira, 15 de Abril de 2014

Borras de café em tijolos que isolam mais som e mais calor


Piscina natural, Cais do Pico, Açores. Foto: Rui Silva 13abr2014.

Reflexão – os impactos do lixo marinho


A animação Sources and impacts of marine litter (Fontes e impactos do lixo marinho), feita por Jane Lee, para o projeto MARLISCO (MARine Litter in Europe Seas: Social AwarenesS and CO-Responsibility) consegue, em menos de quatro minutos, resumir as principais fontes de lixo marinho: aquele que é atirado ao chão ou se dispersa no caminho até um aterro sanitário; os petrechos de pesca que são abandonados, perdidos ou descartados no mar; a garrafa PET que se fragmenta em pedaços menores de plástico; o cotonete que é descartado no WC; as microesferas de plástico que estão presentes em dentífricos e que fluem pelos ralos; as máquinas de lavar que depositam microplásticos nos cursos de água; os microplásticos que absorvem químicos tóxicos e que são ingeridos por animais e acabam indo parar no topo da cadeia alimentar.
O vídeo mostra ainda os 5 giros oceânicos, onde os plásticos tendem a acumular, devido à convergência de correntes oceânicas e os impactos reais causados pelo lixo marinho: à saúde e segurança humana, com riscos a navegação; impactos econômicos, tanto com a limpeza de praias, como gastos com manutenção de embarcações danificadas; ingestão de lixo e aprisionamento fatal em plásticos por animais marinhos. Via Lixo Marinho.

A Praia dos Tubarões (46)

"Foram necessários decorrer mais cinco anos para que, pelas mãos da Direção Regional do Ambiente do Centro, se retomasse a continuidade deste mesmo Projecto iniciado em 1997 na praia de Esmoriz e com extensão a outros sectores do concelho.
Alguém, porém, se esqueceu de um pormenor importantissimo! Cinco anos é muito tempo em termos da evolução de um litoral muito erodido como este. Lamentavelmente, será já muito tarde para o sucesso deste tipo de intervenções em determinados sectores da costa ovarense que aquela data reuniam ainda condições para serem recuperados."
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p189

Bico calado

segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Exportação de milho transgénico regista quebra de 85%

A Praia dos Tubarões (45)

"Para a concretização das fases seguintes do projecto (colocação de passadiços sobrelevados para acesso pedonal à praia sem pisoteio das dunas, vedação com sebes da envolvente à praia de modo a impedir a intrusão de pessoas e veículos, plantação de flora dunar para ajuda na fixação das areias e um conjunto de medidas de educação ambiental) eram precisos apoios.
Contudo e apesar de todo o entusiasmo e interesse demonstrados pelas gentes locais, por alguns organismos e pelos media em tomo desta obra, a mesma não obteria para as fases seguintes os apoios necessários por parte dos decisores autárquicos camarários, apesar das insistentes diligências feitas junto dos servigos técnicos responséveis. Tratar-se-ia de miopia estratégica ou de uma estratégia política míope?"
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, p188

Bico calado

“Os partidos acabaram por transformar-se em agências de emprego e agências de conquista do poder pelo poder. Criaram um sistema em que vão das jotas e começam a ter empregos assim que chegam aos 20 anos, bem remunerados, muitos deles. Basta comparar os vencimentos dos assessores dos ministros com 20 e poucos anos com os de coronéis, professores universitários, médicos...” Vasco Lourenço, Jornal i 12abr2014.

quarta-feira, 9 de Abril de 2014

Quercus tenta impedir avanço de Parque da Ciência e Inovação

  • Ativistas da Quecus conseguiram travar, através de mandato extrajudicial, o início da obra da via de acesso ao futuro Parque da Ciência e Inovação de Aveiro. “Esta via de acesso tem várias irregularidades e uma das principais prende-se com o facto de atravessar uma área de Reserva Agrícola Nacional, explica António Neves, morador da Coutada que, por força da construção do PCI, ficará privado de parte do terreno da sua casa. O parque, que será edificado em território dos municípios de Ílhavo e Aveiro, pode obrigar à demolição de 10 habitações e três anexos, e atingirá vários quintais. “Além do mais, há um despacho do Governo que refere que a construção desta via está condicionada ao avanço do PCI. E como só parte da obra do futuro parque está aprovada, esta via não pode avançar”, acrescenta o morador. A autarquia ilhavense, presidida por Fernando Caçoilo (PSD), diz que a obra mereceu pareceres favoráveis por parte de várias entidades – nomeadamente da Entidade Regional da Reserva Agrícola – e obteve o reconhecimento de Relevante Interesse Publico.
  • O governo cubano suspenderá as empresas estrangeiras que contaminarem o ambiente no novo porto de Mariel, a 45 km de Havana.
  • Entre a CNN, a Fox News e a MSNBC, apenas esta última fez de forma mais correta a cobertura acerca das alterações climáticas durante 2013, revela um estudo da Union of Concerned Scientists.

A Praia dos Tubarões (44)

“No sentido de preencher um vazio excessivamente ‘pesado’ existente no concelho de Ovar no que respeitava a intervenções eficazes de defesa da costa, um grupo de cidadãos deste concelho, entre os quais se incluiam pescadores, professores e estudantes decidiu levar a prática de forma exemplar o ‘Projecto de Recuperação do Sisrema Dunar da Praia de Esmoriz’ (...)  A primeira fase do projecto consistiu na construção de uma paliçada na praia de Esmoriz.
Estas paliçadas, ao obrigarem a areia a ficar depositada na praia, não só permitiram a reconstrução das dunas, como também, contribuiram de forma oportuna para a resolução de um dos problemas com que periodicamente se defrontava a autarquia local. Efectivarnente, a autarquia via-se frequenternente solicitada na limpeza da areia arrastada para a estrada junto à praia, bem como, daquela que acumulando-se junto às habitagées dificultava o acesso dos respectivos moradores.
Paralelamente e fazendo parte da componente educacional deste pro jecto foram produzidas no âmbito do Clube de Ambiente da Escola Secundária local um conjunto de placas em madeira apelativas da importância das dunas e da vegetação dunar, as quais foram colocadas em locais estratégicos junto ao parque de estacionamento da praia.
A Praia dos Tubarões, por Álvaro Reis, 2006, pp182-185

terça-feira, 8 de Abril de 2014

Portugal continental ainda sem dengue


Espinho em 26out2013.

Reflexão – porque é que Zaragoza consome pouca água?


A cidade de Zaragoza, Espanha, é a que mais economiza água no mundo. O projeto Zaragoza, ciudad ahorradora de agua foi iniciado em 1997, com campanhas de sensibilização e desenvolvimento de uma série de estratégias e soluções junto da população com o objetivo de evitar o desperdício.
Será difícil aplicarmos este modelo em Portugal?

Bico calado

  • Bruxelas lançou um video de propaganda à sua reforma da política agrícola comum. Diz que a reforma pretende tornar a agricultura mais verde, mais justa e mais eficiente, que pretende reforçar os laços entre a Europa e os seus agricultores, unir mais os cidadãos europeus. O problema deve ser meu, mas acho-o tão vago, tão vazio, para além de não me parecer defender interesses públicos. Tudo pago por nós...
  • “Então se ele sabia de tudo isso, nos anos de 2002, 2003 e 2004, por que razão não afastou o Governo e o seu partido das pessoas do PSD que tinham responsabilidades no BPN? Por que razão continuou a nomear essas pessoas, quer no partido, quer para o Governo?” Sócrates tem toda a razão nas perguntas que dirige a Durão Barroso sobre o BPN, a propósito da sua última entrevista ao Expresso. A mesma razão, toda, que teria ou Durão, ou Passos Coelho, ou Portas, ou qualquer um desse lado desta patranha que lhe perguntasse: "então por que é que Sócrates nacionalizou o BPN tendo o BPN uma quota de mercado tão pequena que não significava risco sistémico nenhum? Porque é que nacionalizou apenas os prejuízos, deixando tudo o que tinha valor nas mãos dos antigos proprietários? Por que é que Sócrates continua a defender Vítor Constâncio apesar deste ter objectivamente falhado naquilo que estava incumbido de fazer? Para que serve afinal a supervisão bancária?" Ao que alguém do lado socialista da vigarice do século responderia, também com toda a razão: "E então por que é que o Governo de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas reprivatizou o BPN vendendo-o a Américo Amorim e Isabel dos Santos com um desconto de 60% relativamente ao valor das avaliações que tinha em seu poder? Por que é que continuou a nomear para o Governo gente ligada ao BPN? Por que é que continua a fazer sair dinheiro dos cofres públicos para pagar dívidas do BPN depois de o reprivatizar?" Filipe Tourais.
  • O ajuste direto da Câmara de Espinho em Dia de Namorados.