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sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Torres Novas: Câmara demole ETAR da Fabrióleo

  • A Câmara de Torres Novas decidiu avançar com a demolição coerciva dos tanques e ETAR da Fabrióleo, fábrica de óleos vegetais localizada em Carreiro da Areia, desativada há mais de um ano. Isto acontece meio ano após a Agência Portuguesa do Ambiente ter multado a Fabrióleo em 400 mil euros por contra-ordenações ambientais muito graves e ter ordenado a demolição da ETAR. A operação está dependente da ajuda financeira do Governo. O Mirante. Para os curiosos da arrogância de certos empresários e empresas, sugere-se pista de leitura para ajudar a compreender os meandros desta saga que este blogue começou a acompanhar em dezembro de 2015: dezembro 2016, abril 2017, outubro 2017, dezembro 2017, julho 2018, novembro 2018, janeiro 2019, junho 2020, outubro 2020, novembro 2020, maio 2021 ...
  • A Câmara de Famalicão vai distribuir pelos famalicenses 2.400 árvores e arbustos de 14 espécies diferentes. A campanha insere-se no âmbito das comemorações do Dia da Floresta Autóctone 23 de novembro) e integra-se no projeto “25 mil árvores para 2025”, decorrendo no sábado, 20 de novembro, entre as 15h00 e as 17h30, no Mercado Municipal. “O objetivo é que cada pessoa adote uma árvore de uma forma responsável e consciente, aprendendo a cuidar deste ser vivo tão importante para a vida do nosso planeta. Com esta iniciativa pretende-se incentivar os munícipes a plantarem uma árvore no seu jardim ou na sua varanda, de acordo com os seus gostos pessoais, mas principalmente com as necessidades de cada planta”, lê-se na informação camarária. Junto com a árvore será distribuída informação sobre como cuidar das várias espécies, de acordo com o porte, tipo de folha e exposição solar. O Minho.
  • Quatro associações de moradores da Serra da Lousã avançaram com uma acção popular para parar os abates de árvores na Zona Especial de Conservação da Serra da Lousã. “Este não é um corte seletivo. É o corte de uma mancha florestal muito grande, que levanta questões de erosão, entre outras, diz António Mendes Dias, advogado que representa as associações. Público, via Agroportal.

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