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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Monsanto: «centro de informações» monitorizou e desacreditou jornalistas e ativistas

  • A Monsanto operou um "centro de informações" para monitorizar e desacreditar jornalistas e ativistas. Um dos alvos foi Carey Gillam, uma jornalista da Reuters que investigou o herbicida da empresa e as suas ligações com o cancro. A Monsanto pagou à Google para promover os resultados da pesquisa "Monsanto Glifosato Carey Gillam". Outro alvo foi o cantor Neil Young, monitorizando o seu impacto nas redes sociais, e ponderando avançar com um processo. The Guardian.
  • Vários estados processaram a Agência de Proteção Ambiental por causa da decisão da agência de permitir o uso um pesticida responsável por danos cerebrais. Califórnia, Nova York, Massachusetts, Washington, Maryland e Vermont alegam que o clorpirifos, um pesticida comum, deveria ser banido devido aos perigos associados a ele. The Hill.
  • O Departamento de Proteção Ambiental da Pensilvânia permitiu que material radioativo de efluentes de fraturação hidráulica fosse lançado no rio Susquehanna através de estações de tratamento de esgotos. O processo foi criado a partir de 2009 para tratar e descarregar o lixiviado através de ETARs, o que afetou as bacias hidrográficas do Chesapeake Bay e do rio Ohio. Public Herald.
  • O Cannery Pier Hotel foi intimado a investir carca de 1 milhão de dólares na limpeza do rio Columbia após descarga de óleo. Oregonlive.



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