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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Paris: mais bicicletas do que automóveis em 2030?

Foto: Alamy
  • Voluntários retiraram cerca de 300kg de lixo do Rio Paiva. A campanha «Vamos Limpar o Rio Paiva» decorreu no sábado passado, 9 se Setembro, em três municípios - Castelo de Paiva, Arouca e Castro Daire. SOS Rio Paiva.
  • A Espanha é uma referência europeia na recolha seletiva de resíduos. Porém, registou-se uma diminuição da qualidade do material recuperado nos municípios devido à presença de materiais inadequados (matéria orgânica, plásticos, vidro e metais, entre outros), o que pode representar 10% do peso total, perdas para o setor entre 11 e 20 milhões de euros por ano, sem contabilizar a ausência de lucros das vendas que não foram realizadas, estimados entre 5 e 7 milhões de euros. Ecotícias.
  • Em 2030 haverá mais bicicletas do que automóveis a circular em Paris, prevê o economista e urbanista Frédéric Héran. Télérama. Entretanto, a polícia parisiense já se manifestou preocupada com possíveis engarrafamentos de bicicletas, conta o Le Figaro.
  • A Ilha de Salamis, na Grécia, foi vítima de uma maré negra provocada por um derrame de crude proveniente do naufrágio de um petroleiro. O capitão e o engenheiro chefe foram detidos, acusados de negligência, e libertados sob fiança. BBC.
  • Uma cegonha é a melhor amiga de um viúvo croata, conta a Deutsche Welle.
  • O Pentágono anunciou ter autorizado aviões militares C-130H a executarem ações de ajuda na recuperação do leste do Texas, devastado pelo furacão Harvey. No entanto, esses «esforços de recuperação» têm pouco a ver com a reconstrução de estruturas danificadas ou com o realojamento de evacuados. Em vez disso, estão preparados para pulverizar produtos químicos, para ajudar a controlar as pragas de insetos, que, alegam, representam um «risco para a saúde dos trabalhadores de resgate e moradores de Houston». Segundo a Força Aérea, o protocolo de controlo de mosquitos envolve a pulverização de «material aprovado e regulado pelo ministério do Ambiente, o Naled», que a Força Aérea insiste não será usado em quantidades suficientemente grandes para «causar qualquer preocupação com a saúde humana». No entanto, o inseticida Naled, fabricado e vendido por um parceiro estratégico da Monsanto, está atualmente proibido na União Europeia devido ao «risco inaceitável» que representa para a saúde humana. O Naled é uma neurotoxina conhecida pelos seus impactos nos em animais e humanos, pois inibe a acetilcolinesterase - uma enzima essencial para a função nervosa e a comunicação - e pode até provocar paralisia. Um estudo recente da Harvard, também apontou a responsabilidade da Naled pela morte em massa de abelhas norte-americanas. Apenas num dia de pulverização de Naled na Carolina do Sul matou mais de 2,5 milhões de abelhas no ano passado. Pior: o Naled tem a capacidade de atravessar a barreira placentária - o que significa que o Naled atravessa livremente a mãe até ao feto. Um estudo realizado na Universidade de Oslo descobriu que o produto de degradação da Naled, o diclorvós, causou uma diminuição de 15% no tamanho do cérebro dos recém-nascidosquando as suas mães foram expostas ao Naled por apenas três dias durante a gravidez. Médicos de Porto Rico também alegaram que Naled prejudica os fetos. MPN.
  • A Greenpeace processou as regiões da Flandres e da Valónia por não estarem a tomar medidas para reduzir as emissões de óxido nitroso. FT.
  • O Banco Mundial alertou para o facto de as alterações climáticas poderem ameaçar 100 milhões de pobres até 2030 se não se modificarem as tendências atuais. Kristalina Georgieva, diretora-geral do BM, sublinhou que havia 500 milhões de pessoas em situações frágeis, sobretudo em África, mas também no Haiti, no Iraque, na Síria e na Líbia. Efeverde.
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