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quarta-feira, 1 de março de 2017

Mar também dançou no Carnaval

Foto de António Manuel Monteiro Silva, 28fev2017.
  • Em Espinho, dir-se-ia que o mar se aliou ao Carnaval. Quis dançar e avançou pela praia da Baía dentro. Nada que alguns locais não tivessem previsto quando aquele e outro bar semelhante, 50 metros a norte, foram implantados. Na Ribeira Grande, S. Miguel-Açores, o mar deambulou pela ribeira. Tudo na maior das tranquilidades. Mas a fúria do mar só mereceu parangonas quando, na Madalena do Pico, Açores, o mar tomou a liberdade de matar saudades e avançou por zonas onde sempre tinha andado e, pelo caminho, destruiu um bar especial. O projeto de arquitetura merecera um prémio. E agora, uma referência mediática. Ora pois. Não é todos os dias que o mar mata saudades de sítios onde andou quando era pequenino. E especialmente quando há um barzito com assinatura. Porque em S. Roque, no Pico, não havia assinatura que merecesse mediatismo.
  • O PAN impediu o transplante de uma oliveira secular de Mouchão para Lambeth, Londres. Guilherme Falcão Rosa, vereador português no município londrino de Lambeth, queixa-se agora da «má publicidade» lançada pelos opositores do projeto nas redes sociais e acusa a campanha do PAN de «vil e pérfida» porque, garante, até nunca propôs o envio da oliveira mais antiga de Portugal para Londres. Público. Pouco faltou ao vereador português de Lambeth para insinuar que tudo não teria passado de um bom truque de propaganda partidária.
  • Os resíduos da mina de urânio de Campo Charro, em Salamanca, ameaça 5 milhões de euros atribuídos para programas ambientais numa zona de Rede Natura 2000 e que incluem a requalificação dos rios Yeltes e Huebra e espécies raras. Com vista a satisfazer um eventual aumento de procura de combustível para as centrais nucleares norte-americanas, a mineira Berkeley acelerou as suas operações, adquiriu equipamentos e avançou com obras sem devidas licenças, o que já despoletou uma investigação por parte das autoridades europeias. A Berkeley já foi duas vezes multada num total de 18 mil euros, uma ninharia sabendo-se que cada um dos seus diretores receberu, em 2016, 650 mil euros. ElDiario.
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