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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O amianto que espere, diz Relvas


Foto: Vasily Fedosenko/Reuters
  • A Quercus defende um controlo apertado das capturas de lampreia no rio Vouga, a criação de um selo de certificação e a obrigatoriedade de descarga em lota, para garantir a preservação da espécie que é vítima de capturas ilegais. À sobrepesca, segundo a Quercus, juntam-se ainda outras ameaças, nomeadamente a interrupção das rotas migratórias, provocada pela instalação de obstáculos que impedem a passagem jusante-montante, a extração de inertes, a destruição da vegetação ribeirinha, a perturbação dos locais de desova e a poluição da água. Um desses obstáculos é a captação de água do Carvoeiro, que abastece a cidade de Aveiro e outros municípios da região, pelo que aquela organização defende que seja criado um programa, preparando já o próximo Quadro Comunitário de Apoio, para reconetar os cursos de água na sua totalidade. Entretanto, o presidente da Câmara de Penacova defende um projeto multimunicipal para remover obstáculos do rio Mondego e facilitar a subida do ciclóstomo.
  • O partido Os Verdes quer saber quanto custa fazer uma lista de todos os edifícios públicos que contêm amianto, depois de o ministro Miguel Relvas ter afirmado que não tem dinheiro para fazer este levantamento, previsto na lei. iOnline. Entretanto, do outro lado do Atlântico, o ministério do Ambiente dos EUA multou 6 distritos escolares do Arizona, que cobrem 25 escolas com 15 mil alunos, em 95 mil dólares por causa do amianto.
  • A Hora do Planeta já conta com adesão de várias localidades algarvias como Loulé, Faro e Albufeira. A iniciativa internacional pretende pôr o mundo às escuras por uma hora, em defesa da natureza – sábado, 23 de fevereiro, das 20.30 às 21.30. DO.
  • A cordilheira galesa de Brecon Beacons torna-se o quinto lugar do mundo a conquistar o direito à proteção da poluição luminosa, informa o Guardian.
  • A Europa tem gerido os recursos naturais de forma insustentável, alerta os Amigos de la Tierra. A UE incinera 60% dos resíduos municipais (cerca de 70% no caso espanhol), e recursos de alto valor susceptíveis de serem reciclados, estão sendo desaproveitados, o que representa um aumento de procura de matérias primas. 
  • A exploração de petróleo de areais de xisto através da fraturação hidráulica queima tanta energia como aquela que extrai, conclui estudo coordenado por Charles Hall, da State University of New York's College of Environmental Science and Forestry. Além disso, é uma indústria altamente poluente pois os produtos tóxicos nela aplicados contaminam águas, aves e flora, revela um relatório da Environmental Defence. Como era de esperar, as autoridades de Alberta, Canadá, não consideram as conclusões do relatório sérias.
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