Submarino Trident no rio Clyde, cortesia do Ministério da Defesa.
- A Marinha Real ameaçou com uma ação judicial como parte de uma batalha feroz, de alto nível e nos bastidores para impedir a publicação de informações sobre a poluição radioativa na base de bombas nucleares de Coulport, no rio Clyde, Escócia. Durante nove dias em julho e agosto, a Marinha enviou 130 e-mails, realizou cinco reuniões e fez inúmeras chamadas telefónicas instando a Agência Escocesa de Proteção Ambiental a manter em segredo os detalhes da poluição. Fonte.
- Mais de um quarto dos lares em Espanha consome menos energia do que a necessária para cobrir as suas necessidades básicas, apesar da descida dos preços e do avanço das energias renováveis. É o que se depreende do «Relatório de Indicadores de Pobreza Energética 2024», elaborado pela Cátedra de Energia e Pobreza da Universidade Pontifícia Comillas. Fonte.
- A RTP ganhou três prémios no Prémio Centro PINUS - Jornalismo Florestal, organizado em parceria com o Sindicato dos Jornalistas. O prémio pretende distinguir o trabalho jornalístico quer pela qualidade e originalidade contribua para um maior conhecimento sobre a importância ambiental, económica e social das florestas. Assim, o Primeiro Prémio de Reportagem Diária foi para um trabalho de Daniela Santiago, Manuel dos Santos, Fábio Siquenique e Joana Melo, sobre o valor da Floresta e o Circuito do Carbono. Fonte.
- Sem um roteiro para eliminar os combustíveis fósseis, a maior conquista da COP30 foi a criação de uma aliança de países para combater a desinformação, uma onda silenciosa, mas gigantesca, que está a minar o progresso global das políticas climáticas. Charlotte Scaddan, Climática.
- Em Los Angeles, os vizinhos unem-se para pintar passadeiras em protesto contra a falha da cidade em proteger as pessoas fora dos carros. Pintar uma passadeira é barato e fácil. Um grupo de vizinhos pode pintar um cruzamento inteiro numa manhã por US$ 100 ou menos. Por outro lado, conseguir que a cidade de Los Angeles pinte uma passadeira pode levar 14 anos e a morte de um menino de 9 anos. Fonte.
- Os bancos mundiais continuam a financiar a expansão do GNL em Moçambique, intensificando a violência, as deslocações e a devastação ambiental. Fonte.

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