- Israel está a bloquear a entrada de camiões de alimentos em Gaza. Recorde-se que em 2021, os EUA e Israel foram as duas únicas nações que votaram contra uma resolução que fazia da alimentação um direito humano universal.
- Israel atacou um sobrevivente do bombardeamento atómico de Hiroshima por causa de uma comparação que fez entre a explosão e o atual ataque a Gaza. Toshiyuki Mimaki, um dos líderes da organização Nihon Hidankyo, que representa os sobreviventes do ataque dos EUA, comparou os dois depois de o grupo ter sido anunciado como o destinatário do Prémio Nobel da Paz. "Pensei que, de certeza, [o vencedor do Prémio Nobel da Paz] seriam as pessoas que trabalham tão arduamente em Gaza, como vimos. Em Gaza, as crianças a sangrar estão a ser seguradas pelos pais. É como no Japão há 80 anos". Fonte.
- O nazismo geracional e o Diário de Anne Frank. Carlos Matos Gomes, Medium.
- O orçamento do Palácio do Eliseu e dos deputados está a explodir, com um plano de austeridade de milhares de milhões de euros na história recente, que retira dezenas de milhares de milhões de euros aos serviços públicos, nomeadamente à educação. Uma opulência cada vez mais indecente para a aristocracia republicana, um regime rigoroso para a plebe. Fonte.
- A Turquia apela a sanções contra Israel. Finlândia pede à UE que imponha sanções contra Israel.
- Estudo expõe a duplicidade de critérios na cobertura da CNN e da MSNBC sobre Gaza e a Ucrânia Os media norte-americanos, segundo os analistas, "deveriam elevar a sua cobertura do sofrimento em Gaza para ser comparável à da Ucrânia, com o mesmo tom urgente e moralizador". Fonte.
- Israel confronta-se com taxas de imigração recorde. Este ano, mais de 40 600 pessoas saíram do país. Fonte.
Cá está a carteira, diz Zelensky neste mural réplica de uma famosa capa de um dos discos dos Beatles. Uma referência à canção dos Beatles Here comes the sun.
- Sabia que uma grande parte do mercado de VPN é discretamente operada por uma empresa israelita com ligações estreitas aos serviços secretos militares israelitas? Fonte.
- Barak Ravid é um dos espiões israelitas que escrevem as notícias da América. Fonte.
- Paulo Rangel prometeu que o navio ia tirar a bandeira portuguesa. O que aconteceu depois? Fonte.
In memorium: sete velinhas para Ricardo Salgado - (1), (2), (3), (4), (5), (6) e (7).
- “(…) Estava lá a redução do peso fiscal para as empresas que, para o ano, comprem automóveis, aumentando em 10 mil euros o valor de venda dos popós que podem beneficiar dessa bondade do Estado. Imagino a alegria de administradores e diretores do nosso fabuloso mundo empresarial, que já estão a fazer contas para a compra do próximo Tesla, Mercedes ou BMW. (…) Estavam lá as isenções de pagamento de IRS e de Taxa Social Única para os prémios de desempenho. Adivinho gestores, assessores, consultores e respetivos favoritos menores, que ganhem acima de 40 mil euros por ano, a combinarem maneira de se darem a si próprios estes prémios para engordarem o rendimento anual, livrando-se da TSU e sem entregarem ao Estado 43% ou mais de imposto. Estava lá o aumento de isenções fiscais às empresas que dão seguros de saúde privados a trabalhadores e respetivos agregados familiares - mais uma maneira de quem está no topo de empresas com alguma dimensão desviarem recursos para si e para os quadros mais bem pagos. É também outra maneira de ajudar o negócio da Saúde privada (porquê, se eles já têm lucros fantásticos?!...). Mais do que isso, a medida ajuda a continuar a degradar indiretamente o Serviço Nacional de Saúde, paulatinamente empurrado para ser cada vez mais o Serviço de Saúde dos pobres, dos incuráveis e das terapias caríssimas que os privados e os seguros não estão dispostos a pagar. E estava lá a redução em 50% do pagamento de impostos relacionados com o trabalho suplementar - uma bela ajuda a todos os empresários que não querem contratar novos trabalhadores, mesmo que a intensidade de produção o exija, obrigando o seu pessoal a fazer imensas horas extraordinárias. (…)” Pedro Tadeu, Quem quer um popó com a ajuda do Estado? – DN16out2024.
- A gestão descentralizada das escolas está a causar prejuízos de milhões às autarquias. As transferências do Estado ficam aquém do que é necessário. Pagar as refeições escolares; pagar a água, luz e gás; garantir a limpeza; garantir o transportes aos alunos de circuitos especiais; e, claro, pagar aos funcionários: Nas autarquias o dinheiro não chega para isto tudo. Fonte.




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