- O Município de Marvão e a Infraestruturas de Portugal concluíram uma intervenção de conservação na Alameda dos Freixos – “Túnel das Árvores Fechadas”. A intervenção teve como objetivo preservar o arvoredo classificado como sendo de interesse público, e de forma a garantir a segurança pública e a circulação rodoviária neste troço da EN246-1. O Digital.
- Três dos cinco parques solares que a Endesa vai implantar nas Ilhas Canárias incluem sistemas de armazenamento. Energías Renovables.
- Os EUA exportaram nos últimos 12 meses mais 3 milhões de toneladas de resíduos de plástico, apesar de o ano passado mais de 180 países terem concordado em proibir esse negócio. Os EUA são um dos poucos países que não ratificaram a convenção. Nicole Welle, IEF.
- Uma plataforma de grupos ambientalistas avançou com uma queixa junto do Federal Trade Commission, alegando que a Chevron está a enganar os consumidores ao dizer que está a tentar reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A reclamação, apresentada conjuntamente por Earthworks, Global Witness e Greenpeace USA, diz que as práticas da Chevron revelam outra estória. Segundo eles, a maior petrolífera dos Estados Unidos é a maior fonte de emissões globais de carbono desde 1965 e apenas 0,2% dos investimentos da empresa entre 2010 e 2018 foram em fontes de energia de baixo carbono. Molly Taft, Gizmodo.
- A ONU divulgou um relatório sobre a saúde do planeta, propondo uma mudança radical na forma como a humanidade pensa a este respeito. O relatório, "Fazendo as pazes com a natureza", destila a ciência mais recente sobre as alterações climáticas e a "guerra" contra o planeta. Também argumenta que na busca por riqueza e segurança, os humanos devem agora aprender a valorizar o "capital natural" fundamental da geologia, do solo, do ar e da água - e com urgência. Caitlin Hu, CNN.
- Projeto de ferrovia causa polémica no sul da Bahia. Por um lado, o poder público e as companhias responsáveis pelo empreendimento defendem o projeto, prometendo empregos e rendimentos numa região pobre. Por outro, ambientalistas, académicos e proprietários rurais locais refutam o projeto, sublinhando o risco de ele destruir um dos últimos trechos de Mata Atlântica preservados no estado. Trata-se de um troço de 500 Kms conhecido por Fiol, para ligar a produção de grãos do oeste baiano ao porto de Ilhéus. A ferrovia também pretende facilitar o escoamento de uma mina de ferro e manganês localizada no sertão da Bahia, que é outro foco de preocupação local: uma análise de autoridades ambientais do estado assinalou que o empreendimento tem “alto potencial poluidor”. Moradores de Guanambi, município próximo da mina, queixam-se de não ter havido consulta pública à comunidade e, com os desastres de Mariana e Brumadinho na memória, temem eventuais acidentes. Além disso, o Eurasian Group Resources, com sede no Cazaquistão, proprietário da Bahia Mineração, empresa responsável pela mina, está sendo investigada pelo Departamento de Justiça dos EUA por acusações de corrupção, sonegação fiscal e queima de arquivo e a BAMIN também é acusada de irregularidades. Célia Mello, ClimaInfo.
- Cerca de 10,3 milhões de pessoas foram deslocalizadas por eventos induzidos pelas alterações climáticas, como cheias e secas, nos últimos seis meses, a maioria deles na Ásia, diz um relatório da Federação Internacional da Cruz Vermelha e Sociedades do Crescente Vermelho. Embora os números cubram apenas um período de seis meses de setembro de 2020 a fevereiro de 2021, eles evidenciam uma tendência global acelerada de deslocalização relacionada com o clima. “A situação tem-se agudizado à medida que as alterações climáticas agravam fatores como pobreza, conflito e instabilidade política”, diz Helen Brunt, Coordenadora de Migração e Deslocalização da Ásia-Pacífico da FICV. "O impacto combinado torna a recuperação mais longa e mais difícil: as pessoas mal têm tempo para recuperar e são logo atingidas por outro desastre." Kanupriya Kapoor e Timothy Heritage, Reuters.
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