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sábado, 18 de abril de 2020

Países Baixos: Amsterdão opta por economia circular

  • Amesterdão anunciou que vai basear a sua saída da recessão numa programa de economia circular desenvolvida pela economista Kate Raworth. A cidade holandesa espera, assim, reduzir o consumo de novos materiais em até 50% na próxima década. Além disso, o modelo leva em consideração os limites físicos do planeta. Ballena Blanca/El Diário.
  • O Banco de Inglaterra foi acusado de deixar de cumprir as suas promessas para a crise climática depois de revelar que compraria dívidas de petrolíferas no quadrp do seu programa de estímulo ao coronavírus. A BP, a Shell e a Total estão entre as empresas cujas dívidas das subsidiárias são elegíveis para a compra de títulos do Banco. As compras de títulos, conhecidas como flexibilização quantitativa, estão a ser feitas para estimular a economia em geral durante o cerco sanitário. Ativistas do clima consideram que a inclusão contínua de alguns dos maiores poluidores da história era incompatível com o objetivo do governo de gerar emissões líquidas de carbono zero até 2050. The Guardian.
  • A Heliartec Solutions está a produzir e a comercializar painéis BIPV para fachadas de edifícios que podem ser projetadas para imitar diferentes tipos de texturas em materiais de construção convencionais. Os painéis também podem funcionar como vidro de segurança laminado colorido e substituir o revestimento tradicional nas fachadas ventiladas dos edifícios. Noruega. Itália e Benelux já fazem parte da sua rede de distribuição. PV Magazine.
  • O oeste dos EUA está a registar a pior seca da sua história, relata a BBC. Os investigadoers dizem que esta seca é um evento natural que começou no ano de 2000 e que continua a agudizar-se mercê dos impactos da crise climática.
  • A ilha de Anjouan, no arquipélago das Comores, na costa leste da África, recebe mais chuvas anuais do que a maioria da Europa. Mas a desflorestação e a crise climática fizeram com que pelo menos metade de seus rios permanentes deixasse de fluir na estação seca. NYTimes.
  • A desflorestação vertiginosa da Amazónia poderá fomentar a próxima pandemia, segundo especialistas consultados pela Mongabay. As políticas de Bolsonaro, que favorecem atividades como mineração ou pecuária intensiva, além de incêndios florestais, colocam os seres humanos em contato com animais selvagens da região, facilitando a transmissão de patógenos. 
  • A Shell vai avançar com um projeto de gás natural emSurat, Queensland, Austrália, numa parceria com a PetroChina. Apesar disso, não se inibe de apregoar a adoção de medidas para reduzir a sua pegada de carbono a zero. Fontes: Reuters e Financial Times.
  • Cientistas da universidade pública de Southern Cross, na Austrália, realizaram um teste de protótipo de equipamentos de clareamento de nuvens na Grande Barreira de Corais esperando que possam ser ampliados para sombrear e refrescar corais e protegê-los do branqueamento causado pelo aumento da temperatura global. A experiÊncia usou uma turbina modificada com 100 bicos de alta pressão para pulverizar milhões de biliões de cristais de sal do oceano de tamanho nano no ar, lançados a partir da ré de uma barcaça. Teoricamente, os minúsculos cristais de sal são capazes de se misturar com nuvens de baixa altitude, tornando-as mais brilhantes e refletindo mais luz solar para longe da superfície do mar. The Guardian.

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