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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Coimba e Leiria: 11 municípios constituem empresa de águas, saneamento e recolha de resíduos

  • 11 municípios de Leiria e Coimbra vão constituir a APIN - Empresa Intermunicipal de Ambiente do Pinhal Interior, sistema intermunicipal de gestão de água, saneamento de águas residuais e de recolha de resíduos sólidos urbanos. Da APIN farão parte os municípios de Figueiró dos Vinhos, Alvaiázere, Ansião, Castanheira de Pêra, Pedrógão Grande (distrito de Leiria),  Góis, Lousã, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela e Vila Nova de Poiares (distrito de Coimbra). Os autarcas pretendem uma gestão económico-financeira eficiente e sustentável dos serviços de água, saneamento e recolha de resíduos urbanos através de uma única entidade profissional representativa dos municípios e centrada exclusivamente neste serviço público. Diário de Leiria.
  • Há mais microplásticos do que larvas de peixe no rio Douro, conclui uma investigação do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar e do Institute of Estuarine and Coastal Studies, da Universidade de Hull. JUP.
  • Uma investigadora do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra liderou um estudo internacional pioneiro sobre o impacto do eucalipto no funcionamento dos ribeiros em diversas regiões do mundo. A investigação foi liderada por Verónica Ferreira, do MARE da FCTUC, e contou com a participação das universidades do País Basco, de Brasília, Regional Integrada do Alto Uruguai e da República, de Temuco e de Concepción (Chile), de Egerton (Quénia), das Missões e Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Brasil). As experiências permitiram concluir que o efeito das plantações de eucaliptos varia entre regiões e depende do tipo de organismos decompositores. «Não é possível fazer generalizações sobre o efeito das plantações desta espécie no funcionamento dos ribeiros, uma vez que têm de ser considerados factores climáticos, o tipo de vegetação nativa e o tipo de comunidade aquática», sublinha Verónica Ferreira. Os cientistas utilizaram a decomposição das folhas como indicador do funcionamento do riacho, uma vez que as mudanças neste processo sugerem um impacto negativo, explica a FCTUC. «Os ribeiros que atravessam as florestas são ensombrados pela copa das árvores e é por isso que os organismos aquáticos dependem fortemente das folhas da vegetação ribeirinha», refere Verónica Ferreira, destacando que, «na água, essas folhas libertam nutrientes que estão disponíveis para outros organismos, como algas, bactérias, fungos e invertebrados». LUSA/Terras de Sicó.
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