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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Barrinha de Esmoriz: adjudicada a conclusão da dragagem

  • «A Polis Litoral Ria de Aveiro adjudicou a conclusão da empreitada de dragagem da Barrinha de Esmoriz, à empresa Manuel Maria de Almeida e Silva & CIA, S.A., por 1,339 milhões de euros. A intervenção, que deverá ser executada em 150 dias, abrange a Barrinha de Esmoriz, em Ovar, e a Lagoa de Paramos, em Espinho, e inclui a transposição de sedimentos para redução da erosão costeira. A dragagem e despoluição faziam parte da empreitada de requalificação e valorização da Barrinha de Esmoriz, iniciada em setembro de 2016 e suspensa antes da época balnear de 2017, pela Polis Litoral Ria de Aveiro, por alegado incumprimento por parte do empreiteiro.» Diário de Aveiro.
  • A Assembleia Municipal de Tomar exige que as autoridades identifiquem os responsáveis pela poluição no Nabão para que sejam julgados e punidos. Radio Hertz.
  • A Shell e a EDP Renováveis juntaram-se numa joint venture, a Mayflower Wind Energy, para entrar no mercado das eólicas flutuantes nos EUA. A área de concessão pode acomodar uma capacidade total de produção de aproximadamente 1,6 GW, o suficiente para fornecer eletricidade limpa a mais de 680 mil famílias médias em Massachusetts por ano. EDP.
  • As produtoras inglesas terão a obrigação legal de pagar a conta pelo descarte ou reciclagem dos resíduos de embalagens que produzem sob novos planos pelo ministro do Ambiente da Grã-Bretanha. Os parlamentos regionais do País de Gales, da Escócia e do Ulster (Irlanda do Norte) decidirão sobre a adoção de medida semelhante. Reuters.
  • Várias organizações relacionadas com a preservação do Ambiente como a Oxfam, a Greenpeace, a Fondation pour la Nature et l'Homme e a Notre Affaire à Tous avançaram com uma ação legal contra o Estado francês. Censuram-no por sua falta de ação perante as alterações climáticas e exigem compensações por danos morais e ecológicos. France Inter.
  • Cinco organizações ambientalistas avançaram com uma ação tentando bloquear a produção de petróleo a partir de uma ilha artificial de cascalho implantada nas águas federais do Ártico. Alega-se que o projeto viola a lei federal que rege a perfuração de plataformas continentais externas, o ambiente e as espécies em vias de extinção. A administração Trump não salvaguardou os impactos de um derrame de petróleo em águas remotas do Ártico ou os efeitos da perfuração nos ursos polares e outras espécies ameaçadas. The Journal Record.
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