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domingo, 15 de fevereiro de 2015

Quem beneficiará com a nova lei dos sacos de plástico?

Aster lanceolatus Willd. [sinónimo: Symphyotrichum lanceolatum (Willd.) G. L. Nesom] 
  • É um regalo seguir o  blogue Dias com Árvores. Um manancial de informação pormenorizada banqueteia-nos quase diariamente. Tudo numa linguagem suficientemente simples para podermos aprender imenso. E que dizer das fotografias de alta qualidade! Bem hajam.
  • Quem beneficiará com a nova lei dos sacos de plástico? Há quem diga que o primeiro será o Estado: 40 milhões. O Continente e o Jumbo vão faturar sacos de plástico de maior qualidade ou outros com asas, de ráfia ou trolleys, deixando os sacos leves esquecidos algures. Somos todos, de cima a baixo, tão espertinhos. Continuo admirado por tanta esperteza não conseguir fazer avançar este país...
  • Na Madeira, criadores de gado defendem o regresso do pastoreio às serras como forma de controlar a vegetação e prevenção dos fogos florestais. Mas o geógrafo Raimundo Quintal contradi-los:  os maiores incêndios na ilha da Madeira, desde o início do século XIX, ocorreram quando as serras estavam infestadas de ovelhas, cabras e porcos. Defende a expansão do coberto florestal para travar a erosão, minimizar o risco de cheias e aumentar a infiltração das águas e reforçar as nascentes. O geógrafo não é radicalmente contra a presença de gado na montanha: «Se querem fazer um pastoreio, não é nos píncaros da ilha, mas na zona onde começam os fogos, ou seja na área de transição entre as habitações e a floresta de pinheiros bravos, acácias e eucaliptos». Diz que a desejável redução dos focos de incêndio só acontecerá quando as matas de árvores exóticas infestantes e os matagais forem limpos periodicamente ou substituídos por prados. A biomassa poderá ser utilizada na produção de eletricidade e os prados poderão ser valorizados com a apascentação sustentável de gado ovino.
  • Um telhado sem neve, ao lado de outro coberto de neve, pode denunciar uma cultura comercial de cannabis. Que o digam os holandeses e os britânicos já apanhados em situações de clandestinidade e ilegalidade. É que a cannabis exige temperaturas mais elevadas do que as dos ambientes frios de inverno e, para cocretizarem os seus objetivos, as pessoas aquecem os canteiros das sementes e das plantas com lâmpadas especiais cujo calor se eleva ao teto que, se não tiver o isolamento adequado, propaga esse calor ao telhado, derretendo a neve.
  • Crianças de Porto Alegre, em São Tomé, pintaram um mural de uma escola para expressarem a sua preocupação em relação ao futuro das tartarugas marinhas.


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