- Um relatório britânico, encomendado pela Loom, alerta que a dependência da tecnologia verde chinesa está a tornar os países europeus vulneráveis a riscos de segurança nacional, incluindo ciberataques, restrições comerciais e espionagem. O relatório identificou oito riscos associados a uma dependência excessiva da tecnologia verde chinesa. Entre os principais riscos destaca-se a perturbação da cadeia de abastecimtransento, uma vez que a China poderia restringir o fornecimento de tecnologia e componentes de baixo carbono. Um risco subestimado era o de os EUA poderem exigir que a Europa retirasse a tecnologia chinesa dos seus sistemas energéticos — ou enfrentasse tarifas, sanções ou compromissos de segurança reduzidos. Recorde-se que o Reino Unido, após intensa pressão dos EUA, proibiu a Huawei de fornecer equipamento para as redes de telemóveis 5G britânicas. Outro risco inclui um ataque disruptivo em grande escala que poderia utilizar os chamados «kill switches» para desativar remotamente painéis solares, turbinas eólicas e outras tecnologias. Recorde-se que em 2023, o Centro Nacional de Cibersegurança aconselhou a National Grid do Reino Unido a remover componentes fornecidos por uma empresa apoiada pelo Estado chinês da rede de transmissão de eletricidade britânica devido a receios de cibersegurança. Em março passado, o Reino Unido rejeitou os planos para a construção de uma fábrica chinesa de turbinas eólicas na Escócia por motivos de segurança nacional. Um leilão italiano realizado em 2025 exigiu que os módulos e inversores para novos projetos solares fossem de origem não chinesa. As autoridades chinesas rejeitam as preocupações relativas à dependência da tecnologia verde do seu país, afirmando que Pequim não tem qualquer intenção de a utilizar para obter vantagens políticas e que as turbinas, os painéis solares e outros produtos de energia renovável a preços acessíveis reduzem o risco muito maior decorrente das elevadas emissões de carbono. Fonte.
- Não há dinheiro para o comboio, mas para o avião, a história é outra. No final de 2025, o governo francês eliminou os comboios noturnos Paris-Viena sob o pretexto de «fazer poupanças». Mas, alguns meses depois, decidiu subsidiar a nova linha aérea entre Estrasburgo e Munique, inaugurada no início de abril. No entanto, estas duas cidades estavam bem ligadas pelo comboio noturno Paris-Viena. Fonte.
- Desastre ambiental no Mar Negro após ataques ucranianos à refinaria de Tuapse. Fonte.
- Na Carolina do Norte, dezenas de casas foram engolidas pelo mar. Algumas das casas que sobreviveram estão agora a ser transportadas sobre rodas. Fonte.
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