- Ovar teme desastre ambiental com aterro junto à praia da Maceda. Câmara Municipal denuncia que nada foi feito para proteger o aterro situado a 550 metros do mar, na praia da Maceda, onde as tempestades comeram 20 metros de areal, o maior recuo do continente. Carlos Coelho, professor no Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro, que tem desenvolvido investigação na área da protecção costeira sublinhava que se o mar continuar a avançar à razão dos últimos anos — uma média de dez metros por ano —, ainda há que esperar cerca de 50 anos até que chegue ao aterro. O que não invalida, porém, que se façam estudos que permitam aferir se já houve Infiltrações e se os solos já estão ou não lixiviados (se já há efluentes líquidos, altamente poluentes, formados pela passagem de água através de resíduos sólidos), admitiu o especialista. Fonte. Já em dezembro de 2020 o BE alertara para este problema.
- A Junta de Freguesia de Anta, Espinho, denunciou a deposição ilegal de resíduos na Travessa do Gavião, alertando para uma situação que está a afetar as condições de salubridade e o escoamento das águas pluviais naquela zona. Perante esta enorme falta de civismo, a autarquia apela à colaboração da população para identificar os responsáveis e travar este tipo de práticas. Fonte. Espero que a autarquia, à semelhança da Amadora, não esteja a preparar uma ‘linha bufo’. Curiosamente, esta denúncia é publicada diretamente num semanário de Espinho. Na página do 'livro das caras' da autarquia só lá são partilhadas imagens de procissões e desfiles de Carnaval. Pouco mais.
- Como os nossos sistemas hídricos passaram da crise ao colapso. À medida que mais um Dia Mundial da Água se aproxima, a ONU já não alerta para o stress ou a escassez — mas sim para o facto de termos chegado à falência hídrica. Tim Smedley, Medium.
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