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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

FMI defende subida significativa dos impostos sobre o carbono

  • Cerca de cem presidentes de Câmara de dezenas de cidades estão reunidos em Copenhaguen, Dinamarca, para debater ações concretas com vista a tomar medidas para a neutralidade de carbono. 
  • A Greenpeace apelou às cadeias de comida rápida britânicas para que parem de usar soja do Brasil nas suas cadeias de fornecimento até o ambiente estar mais bem protegido, reporta a BBC. Tudo porque estão a vender carne de animais alimentados com soja ligada aos incêndios florestais no Brasil.
  • Os grandes fabricantes mundiais de automóveis estão entre os principais opositores da ação contra a crise climática, conclui uma pesquisa do The Guardian. Embora a indústria automóvel divulgue declarações públicas que apoiam iniciativas climáticas, como o aumento da eletrificação, ela continua a injetar milhões de dólares através de órgãos da indústria em pressões de lóbi para minar as tentativas de combater o aquecimento global. 
  • Empresas de mineração de urânio e operadores de centrais nucleares pediram à administração Trump incentivos fiscais e financeiros federais numa altura em que o governo norte-americano estuda revitalizar a indústria de urânio dos EUA em nome da segurança nacional. ABC.
  • Até mesmo o insuspeitíssimo Fundo Monetário Internacional defende a subida significativa dos impostos sobre o carbono para evitar a crise climática. O FMI sugere que os governos poderiam usar esse dinheiro para ajudar as pessoas mais vulneráveis ou investir em renováveis. The Guardian.
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