A poluição do ar nos EUA é desproporcionalmente causada por consumidores brancos, enquanto os afro-americanos e hispânicos são mais sobrecarregados pelas emissões, confirma um estudo revisto por pares.
Em média, os afro-americanos estão expostos a cerca de 56% mais poluição por partículas finas do que o causado pelo consumo de bens e serviços, diz o estudo, publicado na revista Proceedings of National Academy of Sciences. Os hispânicos, em média, suportam um fardo de 63% de excesso de exposição. Por outro lado, os brancos estão expostos a 17% menos poluição do que a causada pelo seu consumo. «O que mais me surpreendeu foi a magnitude da discrepância», disse Jason Hill, professor de engenharia de biossistemas da Universidade de Minnesota e co-autor do estudo. «É surpreendentemente grande.» Reuters.
O fenómeno não é novo.
Há algum tempo que este blogue tem dedicado alguma atenção a fenómenos de justiça e de racismo ambiental:
- 20jan2014 - Martin Luther King e a luta pela justiça social e ambiental
- 23ago2014 – Mais uma estórtia de racismo ambiental
- 23jan2016 - Flint, um caso de racismo ambiental
- 3fev2019 – Há racismo ambiental na Virgínia
- 5fev2018 - O racismo ambiental é uma chaga nas cidades norte-americanas,
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