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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Alqueva: massificação do olival viola ordenamento e esmaga biodiversidade

  • Os maus cheiros e a aparente poluição da ribeira da Boa Água, sobretudo em Nicho de Riachos, Torres Novas, provocaram novos protestos de populares nas redes sociais, de moradores da envolvente e da oposição na reunião camarária de 8 de janeiro. O problema já chegou ao Parlamento, pela mão do CDS. Mediotejo.
  • Ação de reflorestação (500 sobreiros e medronheiros) em Seia: domingo, 17 de fevereiro, junto do Santuário de Santa Eufémia, em Paranhos da Beira, propriedade da Fábrica da Igreja. Alimentação, transporte e seguro serão garantidos pela autarquia. Ponto de encontro: 09h30, Largo Dr. António Borges Pires (Câmara Municipal de Seia); início dos trabalhos: 10h00. Os interessados deverão inscrever-se no website da Câmara Municipal de Seia (www.cm-seia.pt) e utilizar vestuário adequado, sendo recomendado o uso de botas e agasalho impermeável e caso possuam, recomenda-se aos voluntários que tragam luvas de trabalho. Notícias de Coimbra.
  • A massificação da cultura do olival na região do Alqueva está a sacrificar o ordenamento e a biodiversidade. Para além do desvio ou da cobertura com pedras de linhas de água, da ocupação de bermas de estradas, o impacto negativo atinge os morcegos, cada vez mais raros. Um estudo do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade de Évora, publicado em 2015 na Animal Conservation, lançou o alerta. Aparentemente ninguém mexeu uma palha. A autarquia local vem agora dizer que «está determinada em fiscalizar o território». Público. O desaparecimento dos morcegos não terá sido resultado das frequentes pulverizações de produtos químicos nos olivais, para, por exemplo, combater a gafa da oliveira?
  • Auditoria da EY às barragens da EDP revela falhas, desvios e incumprimentos: a construção de Baixo Sabor, Ribeiradio/Ermida e Foz/Tua derraparam no tempo e nos custos; adjudicação direta de trabalhos a mais; utilização de fatores não divulgados nos concursos; incumprimento da delegação de competências; pagamento de prémios aos construtores mesmo depois de terem falhado os prazos; não aplicação de multas contratualmente previstas; aprovação de sobrecustos acima dos propostos pelo fiscal da obra; insuficiência de procedimentos. Etc. Expresso.
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