sexta-feira, 4 de maio de 2018

Espinho: esporão da praia da Baía vai ser reforçado

Imagem colhida aqui.
  • O esporão da praia da Baía, em Espinho, vai ser reforçado. Orçada em 1 milhão e 340 mil euros (subsidiada a 85% pelo POSEUR e a 15% pela APA), a obra foi adjudicada à Hydro Stone, do grupo Irmãos Cavaco. Serão aplicados cubos do tipo antifer (troncos prismáticos com semicilindros em quatro das faces), modalidade testada e adotada pela adjudicatária nos portos de Vila Franca do Campo, Lajes do Pico, Ponta do Sol e Ericeira.
  • São João da Madeira participa num projeto europeu que pretende reduzir a poluição causada por odores. D-NOSES é uma iniciativa inovadora que envolve nove países e é financiada pelo programa Horizonte 2020. O município de São João da Madeira é uma das três entidades portuguesas que integram o consórcio, juntamente com o Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto (Lipor) e a Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente (APEA). A “2GO OUT Consulting”, uma empresa com sede no Parque de Ciência e Tecnologia de São João da Madeira (Sanjotec), esteve envolvida na preparação da candidatura do D-NOSES, de cujo Advisory Board fazem parte três entidades portuguesas: a Agência Portuguesa do Ambiente, a Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território e a Universidade de Aveiro. Ao todo, estão envolvidos nesta rede D-NOSES (em inglês: Decentralised Network for Odour Sensing, Empowerment and Sustainability) 14 parceiros de oito países da União Europeia e o Chile. O projeto D-NOSES tem a duração de três anos (de abril de 2018 a março de 2021) e um orçamento de cerca de três milhões de euros, financiado pelo Horizonte 2020, o Programa-Quadro Europeu para a Investigação e Inovação. O consórcio responsável pela sua implementação é coordenado pela Fundacion Ibercivis, de Espanha, e engloba parceiros desse país, da Alemanha, Áustria, Bulgária, Chile, Grécia, Itália, Reino Unido, além de Portugal. Donline.
  • Uma comissão do governo no Quénia sugeriu a demissão da direção do Serviço Florestal do país e a investigação a alguns dos seus funcionários investigados por alegada corrupção que, segundo ela, permitia a extração ilegal de madeira e a destruição significativa de florestas. Reuters.

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