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domingo, 17 de julho de 2011

Graffiti é chique em Miami

  • A administração pública vai passar a divulgar, através de portal na internet, indicadores de consumo de energia de edifícios e vias públicas escolhidos como amostra. Lusa/AO.  Agora vamos poder saber a fatura que as autarquias pagam, por exemplo, pela iluminação pública de ruas à sua responsabilidade, pela iluminação do exterior de edifícios públicos civis, militares e religiosos. Será que poderemos fazer chegar até eles sugestões de poupança?
  • As águas do rio Douro são perigosas para banhos porque estão contaminadas pela agricultura espanhola, por esgotos portugueses e turismo fluvial, alerta Adriano Bordalo e Sá, investigador do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, da Universidade do Porto. DN.
  • População de Azinhaga, Golegã, lançou ação de limpeza de jacintos que são uma praga nas lagoas da freguesia. Azinhaga.
  • A indústria alimentar exige que a União Europeia permita a importação de transgénicos ilegais para os poder incorporar nos seus produtos. Reuters. Contra a teimosia desta gente, temos de mostrar a nossa, exigindo rótulos mencionando "Transgénico" em alimentos que os tenham. Ah, e já agora, preferir o que é nacional e produzido cá dentro.
  • O governo do Quénia aprovou a importação de milho transgénico alegando escassez do cereal a nível nacional. AllAfrica.
  • O graffiti fez do perigoso bairro de Wynwood a Meca da arte popular de Miami. Há visitas guiadas e excursões... de Vespa. AP/USATodayAprendam! Aposto que muito boa gente que até agora dizia o pior do graffiti vai começar a dizer que aquilo é muito bom, que é chique a valer.
  • Alejandro Duran, vê arte no lixo que, vindo de todo o mundo ao sabor das correntes, dá à costa de Quintana Roo, no México.
  • Uma tribo de Bornéo conseguiu fazer suspender o projeto da Shin Yang de abater floresta para plantar palmeiras e produzir óleo de palma. O projeto implicava ainda a deslocalização da tribo por causa da construção de uma barragem. Obrigado à Fada do Bosque pela dica.
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3 comments:

João Paulo Forte disse...

Lembro-me bem dos 3 anos em que trabalhei numa autarquia, onde as impressoras, fotocopiadoras e afins ficavam ligados todos os dias, mesmo fins de semana. Ninguém queria saber porque pensavam que aquilo não era com ela/es (pagava o contribuinte, pois claro...). E depois vinha (ainda vem...) o autarca com as campanhas greenwash, a dizer que é muito amigo do ambiente...
No tempo que estive por lá, desligava sempre todos os aparelhos (fazia questão nisso), ao sair, já que era sempre o último a sair do edifício.
Durante os 3 anos em que lá estive consegui mudar algumas mentalidades, uma das coisas que me deu mais gozo foi conseguir meter o pessoal todo a separar o papel para a reciclagem (era eu que todas as semanas tomava a iniciativa de ir ver se os caixotes estavam cheios e depois levar os mesmos para um armazém). Foram mais de 6 toneladas de papel que consegui encaminhar directamente para uma fábrica de reciclagem de papel! Ou então os resíduos electrónicos que juntei no mesmo armazém, os quais espero que também tenham ido para a reciclagem.
Grande parte das autarquias desperdiçam recursos de uma forma inimaginável, espero agora que, com a crise, que vejam que muito do que deitam fora, além de poder ser encaminhado para a reciclagem ainda lhes pode dar algum lucro, pois por exemplo o papel que eu consegui encaminhar directamente para a reciclagem terá rendido à autarquia uns belos 300 euros! É só um dos muitos exemplos que posso dar...

OLima disse...

Bem haja, João. Também já tenho feito coisas desse género e recebo muitas vezes olhares espantados ou do género "este gajo é tolinho"...

João Paulo Forte disse...

O curioso é que muitas dessas pessoas, que nos olham inicialmente como "tolinhos", são as primeiras, passado uns meses ou 2 ou 3 anos, a dizer "olha tinhas toda a razão, isto é algo de perfeitamente normal, racional e lógico". Mesmo noutro lugar, onde faço voluntariado, algumas pessoas que ao início olhavam-me como tolinho (por ter gasto do meu bolso 300 euros a comprar mini-ecopntos, em 2005) e ter implantado a separação de resíduos, hoje em dia são as primeiras a mostrar desagrado e a apontar, quando outras pessoas metem os resíduos no lixo, em vez do ecoponto, que está mesmo ao lado. Alguns destes meus colegas são hoje em dia eles próprios a tomar iniciativas semelhantes, embora sem o investimento financeiro que eu estive disposto a fazer de bom grado. Fi-lo por um motivo muito simples, sei a importância do que fiz, especialmente se pensarem que somos 150 voluntários e que se a mensagem passar só que seja para 100 deles, todos eles vão levar a atitude para casa, onde têm as suas famílias (basta imaginar o efeito bola de neve para ver o potencial que apenas uma acção desencadeia...)
Mudar mentalidades, para melhor, demora o seu tempo e é precisa muita paciência e preserverança, é a minha experiência de uma década nesta causa. Muitas vezes o pessoal que toma iniciativas destas desanima ao início e acaba por desistir, não se lembrando que este processo demora o seu tempo, sabendo, no entanto que há abordagens correctas e outras nem por isso, algo que pode por vezes ser contraproducente. Pessoalmente estou orgulhoso por ver que muito do que faço tem tido muitos resultados, e a vários níveis, é isso que me dá mais força e vontade em fazer mais e melhor.
Temos sim de fazer passar a mensagem fundamental, e elementar, a de que quem se preocupa com o ambiente preocupa-se acima de tudo com a sua casa (planeta Terra). Ninguém se sente bem numa casa suja e desarrumada...

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