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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Memórias curtas

  • 7nov2011 - A Quercus alerta para o elevado custo de requalificar a faixa costeira portuguesa, onde mais de dois terços correm risco de erosão, considerando que em alguns casos é preferível retirar as populações ameaçadas; ativistas da Quercus acorrentaram-se a portões da barragem de Foz Tua, em Alijó, em protesto contra a construção deste empreendimento que dizem ir afundar o Douro, Património Mundial da Humanidade.
  • 7nov2010 - Universidade de Aveiro vai ter laboratório de eficiência energética patrocinado pela Galp.
  • 7nov2009 - A Inspecção-Geral do Ambiente autuou 100 empresas de transporte resíduos de construção por descargas ilegais, descarga em sítios não adequados, falta de acondicionamento adequado e falta de registo das empresas na Agência Portuguesa do Ambiente.
  • 7nov2007 - O Concelho de Lagos é a primeira zona livre de cultivo de milho transgénico na União Europeia. Assim o garante o Despacho nº 25306 do Director Regional de Agricultura e Pescas do Algarve publicado no Diário da República
  • 7nov2006 - A praia do Furadouro, em Ovar, está em primeiro lugar do "ranking" nacional das orlas costeiras em maior perigo de erosão, diz Fátima Alves, do Centro de Estudos Ambientais e do Mar, da Universidade de Aveiro

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Memórias curtas

  • 24out2017 – Resíduos de hidrocarbonetos contaminam areal da Reserva Natural das dunas de S. Jacinto
  • 24out2012 - Os Verdes querem que seja suspensa a comercialização, na Europa, do milho transgénico NK603, da multinacional Monsanto, que um estudo polémico diz causar cancros e outros problemas graves de saúde.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Memórias curtas - quem lê o Ambiente Ondas3 e quais as preferências?


No Ambiente Ondas3, os três textos mais populares da última semana foram, segundo a Google Analytics:


Durante o mesmo período, a maioria das visitas vieram, por ordem decrescente, dos seguintes países: Portugal, Brasil, Iraque, EUA, Espanha, Polónia, Austrália, República Checa, Gabão e Reino Unido. 

Ainda durante este período, a proveniência, também por ordem decrescente, dos leitores de língua portuguesa, foi a seguinte: Aveiro, Porto, Coimbra, Lisboa, Faro, Guarda, Portalegre, Setúbal, Viana do Castelo e Açores.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Reflexão – Os perigos ocultos da batata geneticamente modificada


O ex-diretor de JR Simplot e chefe de equipa da Monsanto, Caius Rommens, revelou os perigos ocultos das batatas transgénicas que criou, numa entrevista para a Sustainable Pulse, no mesmo dia em que seu livro «Pandora's Potatoes: The Worst OGMs» foi lançado na Amazon.

«Durante 26 anos como engenheiro genético, criei centenas de milhares de batatas geneticamente modificadas. Comecei o meu trabalho nas universidades de Amsterdão e Berkeley, continuei na Monsanto e depois trabalhei muitos anos na J. R. Simplot Company, que é uma das maiores processadoras de batatas do mundo. Eu testava as minhas batatas em estufas ou no campo, mas raramente saía do laboratório para visitar os campos ou estações experimentais. Acreditava que o meu conhecimento teórico sobre batatas era suficiente para melhorar as batatas. Este foi um dos meus maiores erros.
É incrível que o USDA e a FDA tenham aprovado as batatas geneticamente modificadas, avaliando apenas os nossos próprios dados. Como podem as agências reguladoras pensar que não há preconceito? Quando eu estava na J.R. Simplot, acreditava que as minhas batatas eram perfeitas. Fui tendencioso e todos os engenheiros genéticos são tendenciosos. Não é apenas um viés emocional. Precisamos que as culturas geneticamente modificadas sejam aprovadas. Há uma enorme pressão para ter sucesso, para justificar a nossa existência, desenvolvendo modificações que geram centenas de milhões de dólares. Testamos os nossos cultivos transgénicos para confirmar a sua segurança, não para questionar a sua segurança.
As petições de regulamentação para a desregulamentação estão cheias de dados sem sentido, mas dificilmente incluem quaisquer tentativas de revelar os efeitos não intencionais. Por exemplo, as petições descrevem o local de inserção do transgene, mas não mencionam as numerosas mutações aleatórias que ocorreram durante as manipulações da cultura de tecidos. E as petições fornecem dados sobre compostos que são seguros e não interessam, como os aminoácidos e açúcares regulares, mas dificilmente dão qualquer medida sobre os níveis de potenciais toxinas ou alérgenos. As agências canadiaanas e japonesas também aprovaram as nossas batatas transgénicas, e as aprovações estão a ser estudadas na China, Coreia do Sul, Taiwan, Malásia, Singapura, México e Filipinas. (…)
Saí da Monsanto para iniciar um programa independente de biotecnologia na J.R. Simplot e saí da J.R. Simplot quando o  meu filtro "pró-biotecnologia" estava a esgotar-se e começava a romper-se; quando descobri os primeiros erros. Esses primeiros erros foram pequenos, mas deixaram-me desconfortável. Eu percebi que ainda tinha que haver erros maiores por descobrir. (…)
Levei muitos anos para dar um passo atrás no meu trabalho, reconsiderar e descobrir os erros. Creio que eu e todos os meus colegas fomos vítimas de lavagem cerebral. Acreditávamos que a essência da vida era uma molécula morta, o DNA, e que poderíamos melhorar a vida mudando essa molécula no laboratório. Também assumimos que o conhecimento teórico era tudo de que precisávamos para ter sucesso, e que uma única mudança genética teria sempre um único efeito intencional.
Deveríamos compreender o DNA e fazer modificações valiosas, mas de facto sabíamos tão pouco sobre o DNA quanto o americano médio sabe sobre a versão em sânscrito do Bhagavad Gita. Nós apenas sabíamos o suficiente para ser perigoso, especialmente quando combinados com o nosso preconceito e a nossa mente estreita. Concentrámo-nos nos benefícios de curto prazo (no laboratório) sem considerar os déficits de longo prazo (no terreno). Foi o mesmo tipo de pensamento que produziu o DDT, os PCBs, o agente laranja, a hormona de crescimento bovino recombinante, etc. É importante que as pessoas entendam o quão pouco engenheiros genéticos sabem, como são tendenciosos e quão errados podem estar. A minha história é apenas um exemplo. (…)
As batatas normais desenvolvem facilmente tecidos danificados que são pontos de entrada para patogénicos e pontos de saída para a água. Eu acreditava que as batatas transgênicas eram resistentes a contusões, mas agora entendo que estava errado. As batatas transgênicas machucam-se tão facilmente quanto as batatas normais, mas as contusões são escondidas. Elas não desenvolvem a cor escura que ajuda os processadores a identificá-las e apará-las. Eu não entendia que as minhas batatas eram incapazes de depositar melanina, um composto protetor, quando danificadas ou infetadas. Mais importante, eu não percebi que as contusões ocultas acumulam certas toxinas que podem comprometer a qualidade nutricional dos alimentos de batata.(…)
O míldio causou grandes fomes na Europa que forçaram milhões de europeus a migrar para os Estados Unidos. Mas isso foi na década de 1840. O míldio não é um grande problema onde a maioria das batatas é cultivada no noroeste seco dos Estados Unidos, mas representa um problema considerável em regiões húmidas. (…) A minha preocupação é que qualquer tentativa de promover a produção de batatas transgênicas em regiões húmidas como o Bangladesh e a Indonésia aumentaria as doenças em vez de as reduzir. Além disso, o míldio é um dos patogénicos mais dinâmicos que afetam a agricultura. É conhecido por evoluir rapidamente em torno de qualquer barreira à resistência. Portanto, a eficácia de um gene de resistência ao míldio não pode ser garantida, e o gene de resistência pode ser quebrado a qualquer momento. 
Acho que não há provas suficientes para afirmar que a batata transgénica é cancerígena.
Usei o DNA de uma variedade pública de batata para criar uma variedade privada. Essa estratégia pode ser eticamente problemática, mas é legalmente aceitável. No entanto, um dos genes que foram usados para criar as batatas transgênicas é derivado de uma planta única de batata selvagem que cresce na Argentina. Acredito que a obtenção e patenteamento desse gene sem permissão da Argentina foi um ato de biopirataria.
Sobre se a possibilidade de as batatas transgênicas causarem silenciamento de genes em outras batatas ou insetos polinizadores, como as abelhas, tenho a dizer o seguinte: o problema com certos insetos, incluindo as abelhas, é que eles não podem degradar os pequenos RNAs de cadeia dupla que causam o silenciamento do gene. Esses RNAs de cadeia dupla deveriam silenciar vários genes de batata em tubérculos, mas eles provavelmente também seriam expressos em pólen. Assim, quando o pólen é consumido pelas abelhas, os RNAs de cadeia dupla neste pólen podem silenciar genes de abelhas que compartilham homologia inadvertida.
(…)
O principal problema do atual processo de desregulamentação dos cultivos transgênicos é que ele é baseado numa avaliação dos dados fornecidos pelos produtores de cultivos transgénicos. Existe um conflito de interesses. Proponho que a segurança das culturas transgénicas seja avaliada por um grupo independente de cientistas treinados em identificar efeitos não intencionais.»


Curiosidade:
Batata transgênica promete benefícios à saúde, titulava o Folha de S. Paulo de 25nov2014 a partir de um artigo de Andrew Pollack, no NYTimes.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Croácia: Dubrovnik impõe limite de entrada de cruzeiros e visitantes

  • A indústria petrolífera do Mar do Norte é responsável por despejar mais de 100 toneladas de microplásticos no mar todos os anos, revela uma investigação da European Oilfield Speciality Chemicals Association a partir de dados fornecidos pela indústria química. Energy Voice.
  • Nas ilhas Orkney, ao largo da Escócia, a subida do nível das águas do mar estão a engolir as ruínas da Idade da Pedra. Arqueólogos apressam-se a documentá-las. MNN.
  • O ministro da Ecologia, François de Rugy, reiterou que o reator nuclear de Fessenheim, o mais antigo da França, será encerrado antes do final do mandato de cinco anos do presidente Emmanuel Macron, em 2022. Reuters.
  • O capitão de um navio de cruzeiro está a ser julgado em Marselha acusado de usar combustível com níveis de enxofre acima dos limites europeus. O Azura, capaz de transportar mais de 3.000 passageiros, é um dos maiores da frota operada pela P & O Cruises, cuja matriz Carnival também está a ser processada. AFP.
  • Perante o crescimento abrupto do movimento na cidade de Dubrovnik, na Croácia, Mato Frankovic, o presidente da Câmara local, anunciou que quer gerir o sucesso da cidade como destino de cruzeiros, restringindo o acesso à mesma. Uma das novas medidas será permitir apenas a entrada a dois navios e 5 mil visitantes por dia, já a partir de 2019. JE do Mar.
  • A seca está a forçar a fuga de milhares de afegãos do seu país, diz a IRIN. Pois, já não bastava a destruição geral levada a cabo pelos «salvadores» do costume nem os 3 biliões de dólares que a elite lava
  • Investigadores apoiados em 45 milhões de dólares pelo governo dos EUA pretendem usar insetos transmissores de vírus para modificar geneticamente algumas culturas. O programa é subsidiado pela DARPA (US Defense Advanced Research Projects Agency), e uma equipa de cientistas e advogados alertam para o perigo desta tecnologia poder ser usada para armas biológicas. The Guardian.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

terça-feira, 17 de julho de 2018

Mafra: Ribeira das Lavandeiras poluída por alegada descarga de fábricas de laticínios

Foto: Jornal de Mafra.
  • Milhares de peixes mortos deram à costa na praia de Cortegaça, Ovar, na sequência da rutura da rede de um barco de arte xávega, conta o JN.
  • A Ribeira das Lavandeiras, em Venda do Pinheiro/ Sto. Estêvão das Galés, no concelho de Mafra, foi vítima de descarga de efluentes alegadamente provenientes das fábricas de laticínios de Montemurro. A situação não é inédita, pelo que a ocorrência foi comunicada às autoridades competentes. Jornal de Mafra.
  • A Espanha tem dez sentenças - nove pendentes de cumprimento - e vinte e nove processos abertos pela União Europeia devido à aplicação incorreta da legislação ambiental. Biodiversidade, natureza e impacto ambiental, águas residuais urbanas e resíduos (especialmente aterros sanitários) são as questões que motivaram a abertura da maioria dos processos de infração. EFEVerde.
  • O conselho de ministros da Irlanda aprovou restrições ao cultivo de organismos geneticamente modificados, informa o Independent.
  • Milhares de escolas em cidades e vilas, desde Edimburgo a Londres, Manchester a Ellesmere Port, estão a tomar medidas para tentar impedir os pais de usar os seus carros para levar os filhos à escola. Essas medidas incluem, entre outras, o encerramento de ruas e a criação de esquemas de estacionamento e acompanhar os miúdos a pé. Tudo porque há demasiado trânsito e demasiada poluição, responsável por muitas doenças. The Guardian.
  • A cidade de Superior, no Colorado, perto de uma antiga fábrica de armas nucleares, avançou com uma ação judicial para impedir que parte do local seja aberto ao público como refúgio para a vida selvagem. AP.
  • Em nome do Cape Fear River Watch, o Southern Environmental Law Center avançou com um um processo no Supremo Tribunal do Condado de New Hanover alegando que o Departamento de Qualidade Ambiental deveria usar a sua autoridade para exigir que Chemours acabe imediatamente com todas as emissões e descargas de compostos quimicamente provenientes da sua fábrica em Fayetteville.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Memórias curtas

Imagem colhida aqui.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Água: Concessionárias impõem preços mais caros

Foto: Sandra Standbridge/Alamy Stock Photo
  • A esmagadora maioria dos municípios portugueses com as tarifas de abastecimento de água mais elevadas têm contratos de concessão com entidades gestoras, conclui estudo da Deco. Então não eram os privados que iam estimular o mercado, alimentar a concorrência, fazer baixar os preços, fazer milagres?
  • A área cultivada em Portugal com milho geneticamente modificado aumentou 3,6% em 2017, continuando a ser o Alentejo a região com maior extensão, revela o Relatório Estado do Ambiente citado pelo JN. Em 2017, na União Europeia, a área de cultivo de milho OGM diminuiu cerca de 3,5% em comparação com 2016.

terça-feira, 19 de junho de 2018

IPCC mais social do que carbocêntrico?

  • Assim se aplica herbicida em Asseiceira, Tomar: «Dois homens, devidamente equipados, num dumper, um a conduzir, outro sentado de lado na viatura a pulverizar herbicida nas ervas das bermas da estrada.»
  • Uma nova taxa de congestionamento vai ser introduzida no centro de Birmingham em 2020, numa tentativa de combater a poluição do ar. ITV.
  • A Gran Canaria vai financiar até 50% do custo das instalações fotovoltaicas domésticas para consumo próprio. A ajuda pode chegar aos 3.000 euros para uma instalação de até 3.000 watts de potência. ER.
  • A vice-presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, Thelma Krug, fez uma revelação surpreendente que mudará os rumos das orientações científicas às Nações Unidas: O IPCC está deixando de ser carbocêntrico para seguir rumo a questão social. As mudanças societárias serão imensamente profundas, será tão intensa que inclusive a questão do consumo passará a ser abordado com mais enfase, tanto que hoje o IPCC já começa a falar até em mudança de dieta, a questão da pobreza, da desigualdade passa a ter outro peso nas avaliações científicas e para as nações. Será no IPCC uma mudança de paradigma imensa, deixamos de ser carbocêntricos para ir ao encontro muito mais do social como a erradicação da pobreza, redução das desigualdades e o aumento das colaborações das nações». Envolverde.
  • O Rio Santa Cruz, atualmente pouco mais do que uma cicatriz seca de terra no centro de Tucson, Arizona, em breve começará a fluir novamente pela primeira vez em mais de 70 anos. A revitalização será cortesia de efluentes reciclados, com planos para criar um fluxo inicial de 6 metros de largura, de até 3,5 milhões de galões tratados por dia. MNN.
  • Primeiro o Japão, agora a Coreia do Sul anunciou a suspensão de importar trigo e farinha do Canadá após ter sido registada a presença de transgénicos em cultivos na província de Alberta. CBC.

domingo, 10 de junho de 2018

Mão pesada


O Ibama realizou operação para coibir o plantio de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) em Terras Indígenas no oeste de Mato Grosso. De acordo com a Lei 11.460/2007, o cultivo de transgênicos em TIs é proibido.
Foram autuados 16 arrendatários, 2 fazendas e 5 associações indígenas. Agentes ambientais aplicaram 44 multas, que totalizam R$ 129,2 milhões, e embargaram 16,2 mil hectares explorados ilegalmente por arrendatários nas TIs.
De acordo com o art. 231 da Constituição Federal e o art. 22 da Lei 6.001/1973 (Estatuto do Índio), cabe aos indígenas o usufruto exclusivo de suas terras. Considera-se, portanto, que o arrendamento dessas áreas é ilegal. A transgenia dos produtos foi comprovada por testes laboratoriais realizados pelo Ibama.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Alentejo: CCDR solicita suspensão de atividade da AZPO – Azeites de Portugal. Lda

Mira de Aire. Foto: Luis Afonso, abril 2018.
  • No relatório de avaliação do cumprimento da legislação ambiental da União Europeia, a Comissão Europeia recomenda a Portugal que se empenhe mais na gestão de resíduos, na proteção da rede Natura 2000 e na execução das estratégias para as águas marinhas. Bruxelas propõe a criação de incentivos económicos para promover a reutilização e reciclagem, o aumento de taxas aplicáveis para a deposição em aterros, a introdução de um imposto sobre os resíduos finais e a expansão dos sistemas de recolha porta a porta como forma de resolver a falta de resposta do sistema de ecopontos, considerado já esgotado. Público.
  • Alguns pormenores do relatório do estado do AMBEINTE EM Portugal em 2017: O número de processos de avaliação de impacto ambiental caiu 71,3% em 9 anos. Zero Carla Graça, vice-presidente, da Zero, sugere o fracionamento de projetos, a divisão de um projeto noutros mais pequenos, de modo a não ter dimensão para se sujeitar a uma AIA. Em 2017, a Agência Portuguesa do Ambiente emitiu 14.538 títulos para captação de água, um aumento de 22,7% em relação a 2016. Os aumentos mais significativos foram registados nas regiões hidrográficas do Douro, do Tejo e Ribeiras do Oeste, do Sado e Mira e do Guadiana. O registo de veículos elétricos cresceu 65%. A área utilizada para produção de milho geneticamente modificado aumentou 3,6%, tendo o Alentejo sido a região com maior área de cultivo. Público.
  • A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo solicitou junto do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e Inovação a suspensão da atividade da AZPO – Azeites de Portugal. Lda, localizada junto à povoação de Fortes, concelho de Ferreira do Alentejo, a cessar a sua atividade. A empresa que faz a extração de bagaço de azeitona está a violar normas estabelecidas na licença de exploração, prática que redundou na aplicação de três contra-ordenações graves por atraso na entrega de relatório de auto controlo e por emissões fora dos limites da lei. Público.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Memórias curtas

Imagem colhida aqui.

sábado, 19 de maio de 2018

Memórias curtas

Fotyo: Ben Curtis/AP

sábado, 12 de maio de 2018

Memórias curtas

Rela meridional (Hyla meridionalis) S. Brás de Alportel. Foto: Fernando Delgado 
  • 12mai2007 - Em Vila Nova de Ceira, Góis, foram abatidas oliveiras sem autorização na Quinta da Savana, apesar de auto de contra-ordenação e desafiando ordens da GNR.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Memórias curtas

Foto: Menahem Kahana/AFP/Getty Images
  • 3abr2014 -  A Câmara de Barcelos foi condenada a pagar uma indemnização de 172 milhões de euros à Águas de Barcelos, empresa concessionária da água e saneamento do concelho;
  • 3abr2013 - A Quercus vai apresentar nova queixa à Comissão Europeia contra o Estado português, por violação da legislação nacional e europeia sobre a qualidade do ar durante 8 anos;
  • 3abr2012 - Azambuja vai desligar metade dos candeeiros de iluminação pública do concelho para reduzir a fatura da eletricidade em 50%.; 57% de Portugal continental está em seca extrema.; "85% dos fogos em Portugal são criminosos", diz o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Soares, adiantando que são causados por interesses económicos ligados ao abate e venda de madeira.
  • 3abr2008 - O registo para microprodução de electricidade já começou; Portugal já recolhe a quase totalidade dos seus pneus usados; a Câmara de Gaia vai fazer recolha selectiva de roupa e calçado usados; em Viana do Castelo há cursos de água contaminados, morrem peixes e os prevaricadores actuem impunemente,

terça-feira, 20 de março de 2018

Pela 22ª vez, desde 2014, Parlamento Europeu rejeita comercialização de milho transgénico

Lagoa do Canário, S. Miguel-Açores. Foto: António Rego.
  • O Município de Alijó, em colaboração com a Quercus e com a ANESF, acaba de criar um instrumento de ordenamento da floresta e do território inovador, que virá trazer maior eficácia na sua gestão. 
  • Um estudo da Comissão Europeia prevê opções políticas para a UE lidar com o impacto sobre a desflorestação global causado pelo comércio de produtos agrícolas e animais como a carne bovina, a soja e o óleo de palma. O estudo sublinha ainda o elevado nível de consumo de carne, a dependência da alimentação animal importada e a inadequação dos controlos sobre investimentos de finanças e de fluxos como motores da desflorestação.
  • O Parlamento Europeu aprovou duas resoluções contra a comercialização de milho transgénico na União Europeia. Esta é a 22ª vez que, desde 2014, o Parlamento Europeu expressa a sua oposição às autorizações de transgénicos.
  • O tribunal de Hakodat, no norte da ilha de Hokkaido, Japão, rejeitou um processo para suspender a construção da central nuclear de Ohma.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Memórias curtas

Ozkan Bilgin/Anadolu/Getty Images
  • 15mar2008 - A Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores quer maiores apoios do Governo ao sector e defende uma maior abertura da União Europeia à entrada de transgénicos.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Mão «pesada»

Imagem colhida aqui.

A gigante de pesticidas Syngenta foi multada em 150 mil dólares depois que dezenas de trabalhadores em Kuai, Havaí terem sido expostos ao pesticida neurotóxico clorpirifos em 2016 e 2017. Inicialmente, o ministério do Ambiente dos EUA (ainda durante a administração Obama) tinham exigido compensações no valor de 4,8 milhões. Dezenove trabalhadores foram expostos a clorpirifos (Lorsban Advanced) depois da Syngenta ter pulverizado o inseticida num campo de milho transgénico em Kekaha. De acordo com a queixa, os trabalhadores foram autorizados a voltar a entrar no campo antes do período de segurança ter expirado e sem equipamento de proteção. Dez trabalhadores foram hospitalizados. Este incidente ocorreu em 2016, mas houve um segundo incidente em 2017, quando a Syngenta não publicou avisos para equipas de 42 trabalhadores após a aplicação de clorpirifos. No momento do incidente, um inspetor do Departamento de Agricultura do Havaí (HDOA) estava presente no local, o que motivou investigação imediata por parte do estado.
Para além dos 150 mil dólares de multa, a Syngenta foi intimada a investir 400 mil em formação dos produtores e desenvolver um currículo e materiais de treino adaptados aos produtores locais que têm de aplicar os pesticidas. 

sábado, 27 de janeiro de 2018

Comisso Europeia processa Portugal por incumprimento na proteção de habitats e espécies

Foto: Luciano Candisani/Natural History Museum.
  • Tesla garante sete estações de carregamento rápido em Portugal até ao final do ano, titula o Público. Mas garante o Combined Charging System recomendado pela Europa?
  • A Comissão Europeia anunciou que vai intentar uma ação junto do Tribunal de Justiça da União Europeia contra Portugal por incumprimento da sua obrigação de proteger adequadamente certos habitats naturais e espécies. Portugal não designou zonas especiais de conservação para proteção dos habitats naturais e das espécies incluídos na rede Natura 2000 e  não estabeleceu as medidas de conservação necessárias para essas zonas. Portugal tinha de designar 7 ZEC na região atlântica até 7 de dezembro de 2010 e 54 Sítios de Importância Comunitária na região mediterrânica até 19 de julho de 2012. AM.