- A IGAMAOT realizou perícias ambientais em várias empresas do grupo Verdasca, incluindo recolha de amostras de águas e resíduos no âmbito de uma investigação sobre eventuais crimes ambientais associados à atividade das empresas. Estão em investigação suspeitas de violação de regras urbanísticas, poluição com perigo comum, corrupção, fraude na obtenção de subsídios e branqueamento de capitais. A inspeção já tinha analisado denúncias anteriores sobre obras e aterros em área da REN, em Fátima, promovidas por empresas do grupo, e remetido os resultados ao Ministério Público. Em 2024, a Quercus denunciou a construção de um aterro e pavilhões para fabrico de betão sem licenciamento em área protegida, alertando para riscos de contaminação do aquífero do Maciço Calcário Estremenho. A Câmara de Ourém afirma ter embargado a obra três vezes. Fonte.
- “’A Vila de Água de Pau [Lagoa, S. Miguel-Açores] é a única no país com quatro fontenários a correr 24 horas por dia há mais de cem anos’, destacou Roberto Medeiros, reforçando o valor estratégico e histórico deste património hídrico onde ainda se podem observar espécies como os tritões.” Diário da Lagoa, março 2026.
- O glaciar Hektoria, na Antártida, recuou o Kms em apenas dois meses, com quase metade dela a desmoronar-se em tempo recorde. A rápida ruptura foi causada por uma superfície rochosa plana subaquática que permitiu que o glaciar flutuasse repentinamente e se fraturasse por baixo. Dados de satélite e sísmicos captaram a dramática reação em cadeia quase em tempo real. As descobertas levantam preocupações de que glaciares muito maiores possam um dia desmoronar-se com a mesma rapidez. Fonte.
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