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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

FÁTIMA: VERDASCA & VERDASCA ALTERA NOME PARA PROSSEGUIR COM OBRA EMBARGADA EM ZONA FLORESTAL PROTEGIDA

  • Em causa está a construção ilegal de pavilhões industriais do grupo Verdasca & Verdasca numa área de floresta protegida com cerca de 15 hectares, assim como a criação de um aterro de resíduos. Depois de queixa apresentada pela Quercus, a obra foi embargada, mas a empresa alterou o seu nome para Painelaje e prosseguiu as obras. O caso foi entregue ao Ministério Público, aguardando-se o resultado do processo judicial. O Ministério do Ambiente e Energia já referiu que a delimitação da Reserva Ecológica Nacional não pode ser alterada. Fonte.
  • A Thames Water está a ser investigada pela entidade reguladora do setor da água em Inglaterra e no País de Gales, Ofwat, depois de ter atrasado os programas de melhoramento ambiental. A investigação surge depois de se ter descoberto que a maior empresa de água do Reino Unido desviou intencionalmente milhões de libras prometidas para a limpeza ambiental para outros custos, incluindo bónus e dividendos. Fonte. Falência à vista?
  • O presidente da COP30 não vê contradição entre petróleo na foz do Amazonas e agenda ambiental de Lula. Fonte. Que confusão vai naquela cabecinha pensadora… Refira-se, entretanto, que o Brasil figura como um dos países em que a corrupção afeta diretamente aação climática. Em 2024, o Brasil registou 34 pontos e ficou na 107ª posição, entre 180 países, no IPC – a pior nota desde que este ranking começou em 2012.
  • Proprietários de terras das Ilhas Salomão pedem indemnização por derrame catastrófico de petróleo ocorrido em 2019 na Ilha Rennell, que provocou a fuga de mais de 300 toneladas de combustível para a água. Fonte.
  • A Greenpeace iniciou o primeiro teste à Diretiva anti-SLAPP da União Europeia ao apresentar uma ação judicial no tribunal neerlandês contra a Energy Transfer (ET), uma empresa norte-americana de oleodutos para combustíveis fósseis. A Greenpeace procura recuperar todos os danos e custos que sofreu em resultado das ações judiciais consecutivas e sem mérito movidas pela ET, que lhe exigem centenas de milhões de dólares. Fonte.
  • Os cientistas analisaram duas variedades de arroz: Nipponbare, uma cultura japonesa conhecida pelas suas emissões médias de metano, e SUSIBA2, uma versão geneticamente modificada para minimizar a libertação deste gás. Através dos testes, verificou-se que o SUSIBA2 conseguiu reduzir as emissões de metano até 70%, um valor considerado altamente significativo, dada a relevância deste gás de efeito estufa no aquecimento global. Além disso, a nova variedade demonstrou um rendimento produtivo superior, alcançando mais de oito toneladas por hectare, contrastando com as médias atuais que se situam em valores substancialmente mais baixos. Dizem que tudo isto é conseguido não através de engenharia genética ou tecnologias de edição, mas de cruzamentos tradicionais para criar novas linhagens de arroz que reduzem a síntese de metano.Fonte.

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