- O novo sistema de bombagem hidroelétrica nas barragens deixa ambientalistas e autarcas preocupados depois da queixa ao Movimento ProTEJO à Comissão Europeia. Esta instalação, levada a cabo pela Iberdrola, está localizada nas barragens de Alcântara e Valdecañas, em Espanha. Apesar de estarem no país vizinho, têm um impacto direto em Portugal, já que, como antecipam alguns ambientalistas, a realização destes projetos pode agravar a situação dos caudais do Tejo que passam a depender da água que flui para o rio Tejo, em Portugal a partir de Espanha. Paulo Constantino do proTEJO, esclareceu como vai funcionar o processo de bombagem entre as barragens de Alcântara e Valdecañas. “As duas vão fazer com que haja um ciclo fechado de água, a ser bombada para trás. Ou seja o que vai acontecer é que a Portugal, vão chegar os caudais mínimos da convenção de Albufeira (…)”. Observador.
- 44 juntas de freguesia dos Açores que se destacaram pelo seu desempenho e dedicação à preservação do ambiente, foram distinguidas com o Prémio de Excelência. Diário da Lagoa.
- O governo francês pretende impor um acordo a Nouméa para beneficiar dos seus recursos de níquel e fabricar mais carros elétricos. Esta atitude é vista pelos independentistas como uma "recolonização" do seu território. Justine Guitton-Boussion, Reporterre.
- Os residentes de Devon são aconselhados a ferver a água da torneira devido ao risco de doença parasitária. A South West Water detectou vestígios de um parasita no abastecimento de água potável que pode causar uma doença do tipo diarreia. Helena Horton, The Guardian.
- Cinco dias depois de conversações aparentemente cordiais entre os EUA e a China sobre o clima, Joe Biden anunciou que vai aumentar os direitos aduaneiros dos EUA sobre os painéis solares chineses, os veículos eléctricos e as baterias que os alimentam. As medidas destinam-se a aumentar o custo dos produtos chineses necessários para a transição energética - e podem, por conseguinte, abrandar o afastamento dos EUA dos combustíveis fósseis. Joe Lo, CCN.
- “O balanço da vida na Terra mudou completamente nos últimos 10 mil anos. Se tivéssemos uma balança gigante e pesássemos todos os vertebrados no planeta no início da Revolução Agrícola (10 mil anos atrás), 99% seria de animais selvagens e menos de 1% de humanos. No Antropoceno, os animais selvagens correspondem apenas a 4%, os domesticados pelo homem (vaca, cavalo, cabra, gato), 60%, e o ser humano, 36%. Isso mesmo, todos os animais selvagens do planeta, de ursos polares a elefantes, gorilas ou macacos-prego e saguis, tudo somaria apenas 4% de toda a biomassa de mamíferos no planeta. A biomassa de todos os cães domésticos é hoje igual à biomassa de todos os mamíferos selvagens terrestres, e a biomassa total de gatos é igual à de todos os elefantes selvagens na natureza.” Giovana Girardi, Apública.
- O desaparecimento dos rios está ligado ao desaparecimento dos insetos e das aves que os comem. A lavagem de inseticidas e herbicidas na água, a poluição das estradas e os esgotos matam muitos dos invertebrados de que as aves necessitam para sobreviver. Phoebe Weston, The Guardian.

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