- Cinco edifícios e outras propriedades na cidade de Obogoro em Yenagoa, Bayelsa, Nigéria, foram varridos para o rio Ikoli na sequência de um deslizamento de terras resultante da erosão costeira. Ada Gwegwe, uma ativista da Campanha Salvem Obogoro, alerta que as águas do rio estão a ameaçar toda a cidade. NAN/The GuardianNigeria.
- A fraturação hidráulica para extrair gás e petróleo produz resíduos que incluem aparas de perfuração, lamas de perfuração sintéticas, produtos químicos de fraturação, e material radioactivo natural que de outra forma jazeria no subsolo. No Ohio, e resíduos são levados para aterros locais, onde a chuva filtra através do lixo, transportando contaminantes com ela. Noutros casos, os lixiviados são transferidos para ETARs, acabando por serem lançados em cursos de água. Muitas destas operações são feitas à margem de qualquer tipo de control e fiscalização oficiais. Joshua Boaz Pribanic, Melissa A. Troutman, Jake Conley e Elijah Labby, Public Herald.
- A indústria química norte-americana tem pressionado a EPA a aprovar produtos químicos e pesticidas que são perigosos para a saúde pública. Cientistas dizem que a sua investigação foi manipulada pelos gestores da EPA para minimizar os perigos dos produtos químicos. Isto reflete uma longa trajetória da EPA, que inclui uma porta giratória entre a agência e a indústria química. Sharon Lerner, The Intercept.

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