- Uma proteção dunar composta por sacos de plástico com areia integrados numa estrutura em madeira, construída junto ao campo de golfe da praia da Estela, em Póvoa de Varzim, para travar o avanço do mar, está a perder detritos e a espalhar centenas de sacos, pregos e madeiras ao longo de dois quilómetros de costa. A APA notificou a Estela Golfe SA, do Grupo Nelson Quintas, que detém o campo de golfe, para limpar a praia, uma vez que é da sua responsabilidade por ter promovido a execução da barreira protetora. Entretanto, o BE diz ter questionado os ministérios do Ambiente e da Ação Climática e do Mar sobre a presença de um campo de golfe sobre uma duna primária, e se governo considera proceder à renaturalização e recuperação da duna primária da praia da Estela, deslocalizando o campo de golfe que ali se encontra para outro local. O campo de Golfe da Estela foi construído há mais de 30 anos, junto à praia local, à data através de uma imposição governamental, por compensação à concessão da zona de jogo da Póvoa de Varzim. O Minho.
- O rio Baça sofreu descarga illegal de efluentes de uma exploração agropecuária. A GNR lavrou um auto de contraordenação punível com coima que pode atingir os 144 mil euros. JN 14abr2021.
- Mais de um quinto das pessoas que entram em contacto com a água na baía de Dublin através da natação ou de desportos aquáticos adoecem. O SOS Dublin Bay atribui o problema ao aumento das descargas de águas residuais não tratadas da ETAR de Ringsend. Os enormes volumes de águas pluviais libertadas na baía de Dublin acrescentam ao que é uma ameaça inaceitável para a saúde pública, de acordo com o grupo ambientalista, que quer mais investimento para enfrentar o problema. Kevin O'Sullivan, The Irish Times.
- Os países asiáticos são muitas vezes criticados por estarem a construir centrais eléctricas a carvão, enquanto o uso do carvão diminui na Europa e na América do Norte. No entanto, os autores de um estudo recente explicam o panorama é diferente quando as emissões se baseiam em quem financiou as centrais a carvão em vez de quem está a construí-las, sendo o financiamento muitas vezes proveniente de bancos e investidores de países ricos. Com base nestes contributos financeiros, o estudo concluiu que 40% das "emissões comprometidas" de uma amostra de centrais a carvão que foram construídas ou propostas desde 2015 poderiam ser atribuídas a nações como os EUA e os Estados europeus, sendo o restante proveniente de bancos chineses. Niccolò Manych, Dr Jan Christoph Steckel e Dr Michael Jakob, Carbon Brief.
- A Austrália vai licenciar uma série de minas de carvão. Todas foram avaliadas por empresas ditas independents, mas Michael West rotula-as de «prostitutas económicas» por terem sido pagas pelas partes interessadas para concluírem o que as promotoras desejam. Youtube.

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