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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Açores: tamanhos mínimos de espécies piscícolas alterados

  • A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia dos Açores reviu os tamanhos mínimos de várias espécies piscícolas, nomeadamente do Alfonsim (Beryx splendens), Boca-Negra (Helicolenus dactylopterus dactylopterus), Garoupa (Serranus spp.) e Veja (Sparisoma cretense). O tamanho mínimo de captura passa a ser de 35 centímetros para o Alfonsim e de 30 centímetros para o Boca-Negra, a Garoupa e a Veja. O secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, Gui Menezes, afirmou que esta decisão «resulta de fatores de natureza biológica e económica». Segundo ele, a alteração dos tamanhos mínimos das espécies em causa permitirá «reforçar os fatores de sustentabilidade na sua exploração, contribuindo para uma melhor utilização das quotas atribuídas e, consequentemente, para o aumento do rendimento proveniente destas pescarias». As associações representativas do sector pronunciaram-se favoravelmente. Agricultura e Mar.
  • Os fabricantes de plásticos estão a pressionar imenso os supermercados do Reino Unido para abandonarem as suas promessas e esforços para eliminar sacos plásticos e embalagens de alimentos de suas lojas, denunciou Richard Walker , diretor da cadeia de alimentos congelados Iceland. iNews.
  • As principais economias, incluindo o Japão e a Austrália, não foram convidadas para discursar na cimeira da ONU sobre crise climática, reporta o Financial Times. O apoio que aqueles países dão ao carvão contraria as exigências de Guterres de parar de construir novas centrais de carvão, reduzir os subsídios aos combustíveis fósseis e se comprometer com emissões líquidas zero até 2050. O The Guardian diz que os executivos das indústrias de combustíveis fósseis vão realizar um fórum só para convidados com ambientalistas e governos à margem da cimeira, o que já foi por muitos considerado de greenwashing.  Entretanto, o Climate Home News informa que a China e a Índia, dois dos maiores poluidores do mundo, estão a exigir que os países ricos forneçam apoio financeiro, qualquer coisa como 100 biliões de dólares por ano até 2020 para os países pobres lidarem com os impactos da crise climática. 
  • A administração Trump revogou a decisão do estado da Califórnia para estabelecer os seus próprios padrões de eficiência de gases de efeito estufa e de combustível para veículos e legislou no sentido de impedir que os estados estabeleçam essas regras. Reuters.
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