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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Bico calado

  • O ex-presidente da Câmara Municipal de Barcelos (Fernando Reis, PSD) está a ser julgado por alegado conluio com os privados a quem foi concedida a exploração da água e saneamento do município, a Águas de Barcelos, um consórcio da Somague e da ABB. O negócio foi ruinoso para o município porque, segundo a acusação, deduzida pelo Ministério Público do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, houve violação dolosa de regras de contratação pública, não tendo sido ponderados os custos e sem fazer qualquer estudo de viabilidade. Sapo24.
  • «Ao chegar ao governo com um acordo com PCP e BE, António Costa conseguiu domar a esquerda, o que é extraordinário, e Bilderberg está-lhe agradecido. Bilderberg nunca teve tanto poder em Portugal.» Frederico Duarte Carvalho, ao i.
  • A secretária executiva de Meio Ambiente de Alfenas, Kátia Regina Alvarez Rodrigues, foi presa suspeita de desacato e coação de testemunhas na sequência da apreensão do seu carro numa operação da Polícia Militar. Não é a primeira vez que a secretária tem problemas com a polícia. Em 2017, foi levada para a delegacia suspeita de desviar combustíveis da prefeitura, pagando fiança de R$ 3 mil e respondendo o processo em liberdade. Globo.
  • Quem inventou a mentira de que o ministro Ricardo Salles estudou em Yale? The Intercept.
  • Um menino francês de cinco anos, não vacinado, que viajou de férias com pais para a Costa Rica é suspeito de reintroduzir o sarampo naquele país. DW.
  • «Para demonstrar a razão que assiste ao senhor Presidente da República, segue-se uma lista ordenada de portugueses de grande merecimento que, por causa dele e apenas dele, ocuparam cargos de elevada responsabilidade no governo de Portugal. A lista começa em 1604, com João IV e Luísa de Gusmão, terminando em 1999 com Dinis, Duque de Bragança. Pelo meio, toda uma genealogia do mérito.» Bruno Santos, in Aventar.
  • «Exemplar entrevista de José Gomes Ferreira a Carlos Costa. Exemplar, da parte do jornalista; exemplar de desfaçatez, da parte do governador. Da sua passagem pela administração da Caixa, é simples: não participou em nenhuma reunião de concessão de crédito, a não ser para compor quórum; não se envolveu em áreas de risco; não acompanhou clientes; e, presume-se (não o disse) nunca olhou para as contas das imparidades. Que terá ele estado lá a fazer? Uma coisa fez: comprou, por acaso através dos serviços comerciais da Caixa, um monte alentejano que, por acaso também, estava à venda através desses serviços, e que, por acaso, pertencia ao também administrador Armando Vara, mas de quem, por acaso, não é amigo.»  Miguel Sousa Tavares, in Jogos infantis: uns inúteis, outros perigosos – Expresso 23fev2019.
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