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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Controlo e combate à poluição: governo britânico alija responsabilidades para os municípios

Vejam como um picapau defende o trabalho que fez. O esquilo é muito bonito, muito simpático, mas o picapau não gosta de concorrentes que considera oportunistas e parasitas. A Natureza no seu melhor. Em harmonia.
  • O governo britânico acaba de sacudir as suas responsabilidades no controlo e combate à poluição para as autarquias. A Chartered Institute of Environmental Health considera que se trata se uma enorme injustiça, uma vez que os recursos das autarquias já se encontram exaustos. A Friendss of the Earth corrobora: se a medida for concretizada, 58 municípios continuarão, em 2019, a violar as leias da qualidade do ar. Pior: Birmingham e Leeds terão mau ar em 2026, e Londres em 2030. A RAC considera que seria essencial substituir a frota de transportes públicos por veículos menos poluentes e estabelecer zonas onde seria proibido um veículo estar parado com o motor a trabalhar. BBC.
  • A Bulgária atribuiu 1,3 bilião de euros de subsídios ilegais a centrais a carvão e outras centrais de energia elétrica, denuncia a britânica ClientEarth. Reuters.
  • Resíduos não tratados estão a ser lançados diretamente ao largo da costa do Líbano, denuncia o Lebanon Eco Movement. A vida marinha está em perigo. Idem para a saúde das pessoas, especialmente na época balnear. A crise do lixo é antiga e grave neste país. Tudo por causa da corrupção, dizem ambientalistas locais. Como explicar que um negócio que representa entre 270 e 360 milhões de euros, que até contou com subsídios europeus para a implantação de duas centrais de separação e tratamento de resíduos, não se desenvolva corretamente? DW.
  • A tribo Sioux Standing Rock conseguiu uma importante vitória na sua luta para proteger a água potável da Tribo e terras ancestrais do oleoduto Dakota Access. O juiz federal James Boasberg decidiu que as licenças federais que autorizavam o oleoduto a atravessar o rio Missouri, apenas a montante da reserva dos Standing Rock, que tinham sido emitidas pela administração Trump poucos dias após a sua tomada de posse, violaram a lei em alguns pontos. Em causa estão os impactos de um derrame sobre direitos de pesca, de caça, em suma, a justiça ambiental tinha sido violada.
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