- A devastação promovida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022) na Amazônia não se resumiu à floresta. O desmonte da fiscalização ambiental, associado a ataques aos Direitos Indígenas, incentivos à exploração de áreas florestais e à política armamentista, fortaleceu grupos criminosos na região, que aproveitaram para dominar vastos territórios e oprimir as comunidades locais. Esta é a conclusão de um estudo publicado na revista Transportation Research Part D, desenvolvido por investigadores de instituições brasileiras e europeias com a colaboração do Ministério da Defesa. Segundo a análise, organizações criminosas ganharam terreno entre o final dos anos 2010 e o começo dos anos 2020 na Amazônia, beneficiadas pela omissão do poder público federal da época — comandado por Jair Messias Bolsonaro. Fonte.
- Uma fuga de combustível al longo de 4 kms no rio Taff, que causou a morte de peixes e levou à emissão de um aviso para que as pessoas fechassem as janelas, foi resolvida cinco dias depois do acidente. O derrame de querosene ocorreu durante trabalhos de reparação nas instalações da GE Aerospace. Fonte.
- O estado de Maryland gastou 15 milhões de dólares em tecnologias destinadas a reduzir a poluição proveniente de grandes explorações pecuárias, mas um novo relatório alega que projetos mal sucedidos, uma supervisão deficiente e provas limitadas de benefícios ambientais comprometeram o programa. Fonte.
- Praga de ratos leva ao encerramento das USF da Gafanha da Nazaré. Fonte.

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