- Registou-se um agravamento significativo da qualidade das águas balneares em Portugal continental em 2026. Com base na comparação dos dados mensais da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Direção-Geral da Saúde (DGS) relativos a maio, junho e julho de 2025 e 2026, verifica-se que as restrições ao banho aumentaram 65%, passando de 51 (em 2025) para 84 (em 2026), apesar de o número de águas balneares identificadas ter diminuído ligeiramente; os desaconselhamentos subiram de 34 para 45, e as interdições, decretadas pelas autoridades de saúde, registaram um umento de 129%. A contaminação microbiológica (presença de bactérias como E. coli e Enterococos) foi a principal causa, tendo por isso as interdições disparado 143% (de 14 para 34), com o mês de julho a concentrar a maioria dos casos. Esta situação revela a as crónicas deficiências na rede de saneamento, descargas agropecuárias e industriais e poluição difusa, sendo, por isso, necessário tomar medidas de prevenção e uma ação inspetiva forte e sistemática. Fonte.
- Os banhos estão desaconselhados desde hoje nas praias de Codixeira, Lagoa e Zona Urbana Sul II , Póvoa de Varzim, devido a “valores elevados” de enterococos intestinais e/ou E. coli. Fonte.
- Autorizado abate de veados após destruição de soutos em aldeia de Trás-os-Montes. Fonte.
- Metade dos concelhos do Grande Porto cobra água, lixo e saneamento acima da média nacional. Em mais de metade dos municípios da Área Metropolitana do Porto (AMP), os moradores têm de desembolsar montantes acima da média nacional pelos serviços básicos de água, saneamento e resíduos urbanos, com Valongo (45,78 euros para um consumo mensal de 10 metros cúbicos, acima da média de Portugal continental de 34,65 euros) e S. João da Madeira (45,54) a liderarem a tabela. Ainda assim, é uma melhoria face ao ano passado, altura em que apenas os consumidores de quatro municípios pagavam abaixo da média (33,08 euros), com o Porto a destacar-se entre eles. Fonte.
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