Newsletter: Receba notificações por email de novos textos publicados:

segunda-feira, 6 de julho de 2026

GONDOMAR: ABSOLVIDOS OS ATIVISTAS DA CAMPANHA ‘PARAR O GÁS’

  • Nove pessoas acusadas de denunciar a Central de Gás da Tapada do Outeiro foram absolvidas em Tribunal Em 2023, ativistas da campanha “Parar o Gás” entraram na Central de Ciclo Combinado da Tapada de Outeiro, em Gondomar, e colocaram faixas numa das torres a denunciar a crise climática e o aumento de custo de vida devido aos lucros da indústria de combustíveis fósseis: “Vossos Lucros = Nossa Pobreza” (tirado da notícia no Expresso). Nessa altura, de acordo com os dados divulgados pela associação Zero, a Central ocupava o segundo lugar das infraestruturas mais poluidoras do país, logo depois da refinaria da Galp em Sines. Fonte.
  • Anda por aí uma petição para acabar com reportagens em direto e noticias de incêndios na comunicação social. Proibir isso seria um ato de censura, porque os cidadãos têm o direito de ser informados sobre eventos de grande impacto público, como os incêndios. Além disso, esconder a informação seria um retrocesso na transparência e na capacidade de a população se proteger. A solução para o problema dos incêndios criminosos passa por um investimento sério na prevenção, investigação e punição, e não na ocultação do problema da população.
  • Uma mina de urânio situada a cerca de 10 milhas a sul do Grand Canyon está a solicitar ao estado que aumente os níveis de arsénico que podem ser legalmente detetados nas águas subterrâneas que utilizam. Os mineiros já bombearam mais de 80 milhões de galões de água subterrânea do interior do poço da mina desde 2016. Essa água contém chumbo, arsénico e urânio. Desde 2023 que a mina de urânio de Pinyon Plain é explorada. Os adversários da ideia afirmaram que a exploração mineira nesta zona e o aumento dos níveis de arsénico são demasiado arriscados, dada a proximidade da mina a um grande aquífero. Fonte.
  • Aconteceu em reunião da Câmara Municipal de Claremore, Oklahoma. Depois de intervir, um cidadão pergunta se pode entrgar uns documentos à mesa. Ouve-se uma voz: Prendem-no! Darran Blanchard ultrapassara o tempo limite de 3 minutos reservados para intervenções públicas. Debatia-se a implantação de um centro de dados na localidadeOs residentes sublinham que há muitas questões por esclarecer, nomeadamente o consumo de água, o consumo de energia, a perda de terras agrícolas e incentivos fiscais que terão sido negociados nas suas costas. Eis como no país que diz ser o mais democrático do mundo lida com a dissidência quando estão envolvidos grandes investimentos em infraestruturas.

Sem comentários: