- Nos EUA, quase metade das crianças — mais de 33 milhões de crianças — vive em distritos com níveis perigosamente elevados de poluição atmosférica tóxica, informa o relatório anual sobre a qualidade do ar da American Lung Association. A 27.ª edição do relatório da ALA analisa dois dos poluentes atmosféricos mais comuns e perigosos — partículas finas e ozono troposférico, vulgarmente conhecido como smog — e atribui classificações a distritos e cidades com base nos níveis de poluição, tanto diários como anuais. No que o relatório descreve como uma indicação sombria da deterioração da qualidade do ar a nível nacional, apenas uma cidade — Bangor, no Maine — foi classificada nas três listas de cidades mais limpas, ao obter um «A» em ozono e poluição por partículas de curto prazo e ao figurar entre as 25 cidades com os níveis de partículas mais baixos ao longo do ano.
- Uma recente sondagem realizada a meio da campanha eleitoral escocesa revelou um amplo apoio às fontes de energia renováveis para reduzir as contas de energia e combater as alterações climáticas. Questionados sobre as necessidades de segurança energética da Escócia, o apoio a um futuro nuclear baseado no urânio registou apenas 14%, em comparação com os 55% de apoio à exploração de fontes eólicas, hídricas e solares locais. Fonte.
- Um estudo publicado na revista PLOS Climate revela que as maiores empresas mundiais do setor da carne e dos laticínios estão, de forma esmagadora, a praticar «greenwashing» — fazendo alegações ambientais que são enganosas, não verificáveis ou sem fundamento.
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