- Várias estradas costeiras e de baixa altitude em Inglaterra irão ficar submersas dentro de algumas décadas, especialmente nas regiões oriental e meridional. Alguns troços já estão a sofrer encerramentos mais frequentes devido a ondas de tempestade e inundações causadas pelas marés. Como a sua manutenção através de defesas marítimas é considerada financeiramente irrealista, há autarquias a ponderar a sua ‘retirada controlada’. Isto significa planear percursos alternativos, aceitar a perda de terrenos e preparar as comunidades para um acesso reduzido. Fonte.
- Um novo conjunto de dados global com 119 incidentes cibernéticos no setor energético, ocorridos entre 2022 e 2024, mostra que a UE e os países do BRICS, seguidos pelos EUA, são os mais afetados. A investigação da Universidade de Belgrado, na Sérvia, conclui que os ataques tiveram como alvo infraestruturas de energia elétrica, petróleo, gás e nuclear, motivados por interesses financeiros e políticos, e envolveram diversos agentes maliciosos. Os ataques tiveram como alvo a infraestrutura energética de algumas das maiores empresas do mundo, incluindo a finlandesa Fortum, a espanhola Repsol e Iberdrola, a italiana Eni e Acea, a francesa Engie, a Israel Electric Company, a russa Gazprom, Lukoil e Rosneft, a estoniana Eesti Energia, a grega Public Power Corporation (PPC), a indiana Tata Power, a taiwanesa Taipower, a ucraniana Oblenergo, a sul-africana Eskom e a americana Devon, entre muitas outras. Fonte.
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