- “A propósito da discussão sobre o Subsídio Social de Mobilidade (SSM), vemos a bancada do PSD a apoiar e aplaudir de pé uma medida que se mostrava contra os direitos e interesses das populações das Regiões Autónomas. Vê-se, também, uma fila de 4 ou 5 deputados, eleitos por essas mesmas Regiões Autónomas que, acabrunhados, se mantiveram sentados, desconfortáveis e de semblantes fechados. Mas podemos ver que, entre os efusivos apoiantes, estavam deputados de várias proveniências, inclusive uma deputada de Espinho. As perguntas que se impõem são as seguintes: se estivesse em causa a discussão de algum assunto que dissesse respeito a Espinho, e a posição do partido/coligação que sustenta o governo fosse contrária aos interesses do município e das suas gentes, de que lado estaria, em primeira linha, a deputada representante de Espinho? Do lado do governo ou do lado das populações que nela votaram e confiaram? E, estando do lado das gentes de Espinho, não gostaria de poder contar com a solidariedade da demais bancada parlamentar, evitando ficar só e isolada nessa contenda? Pago para ver!” Alfredo Correia de Araújo, Força Espinho.
- A União Europeia decidiu elevar o orçamento para serviços de jatos privados destinados a altos responsáveis em 31% em relação a 2021-2025 e em 46% em relacao a 2016-2021. De recordar que os jatos privados são o meio de transporte de pessoas que mais CO2 emite por passageiro e que a Comissão Europeia tem como principal agenda a sua redução (neutralidade carbónica até 2050). Fonte.
- “Os mísseis caíram hoje [28fev2026] em Teerão. Caíram em Isfahan, em Qom, em Kermanshah, em Karaj. Os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque ao Irão, com explosões ouvidas e vistas em toda a cidade de Teerão. Autoridades norte-americanas confirmaram que os ataques foram coordenados, descrevendo-os como «não um ataque pequeno». Eles caíram enquanto os diplomatas em Genebra ainda tinham a tinta fresca nos seus pontos de discussão da última ronda de negociações. De acordo com um funcionário da defesa israelita citado pela Reuters, os ataques foram planeados durante meses e a data de lançamento decidida semanas atrás, mesmo enquanto os EUA e o Irão realizavam negociações. As negociações eram teatro. A armada era real. Esta é a face que não muda. Não é a face da democracia, da liberdade ou dos direitos humanos. É a face da conquista. É a face que os taínos viram quando Colombo chegou à terra. É a face que os congoleses viram sob Leopold. É a face que os bengalis viram sob Churchill. É a face que os vietnamitas, os iraquianos, os líbios e os afegãos viram, por sua vez. É a face do poder ocidental quando decide que quer algo que você tem, ou quando decide que a sua existência, a sua soberania, a sua recusa em se ajoelhar, constituem uma ofensa intolerável contra a ordem natural da dominação. Essa ordem não foi construída com base no Iluminismo. Foi construída com base nos navios negreiros e nos canhões.” BettBeat Media, Substack.
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