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sábado, 28 de fevereiro de 2026

VAGOS: AREEIRO ACUSADO DE EXTRAÇÃO INDEVIDA

  • A GNR constituiu arguido um homem de 62 anos em Vagos por incumprimento de decisão administrativa de suspensão imediata de escavação e extração de inertes avaliados em 4,9 milhões de euros, destruição de revestimento vegetal e alteração da morfologia do solo. A Guarda procedeu à apreensão de uma máquina industrial (Dumper), uma máquina industrial (escavadora/giratória), oito câmaras de CCTV e 85 metros de cabo de rede. Fonte.
Fotos: Manuel Joaquim Rodrigues.
  • Este esgoto descarrega para a Vala Real em São Martinho do Porto, corre para a baía e, daí para a praia de São Martinho do Porto. Via António de Lemos.
  • As novas casas que estão a ser construídas e vendidas em Earnley/Bracklesham (Chichester-West Sussex) não podem ser ocupadas porque não há capacidade de esgoto no sistema. O promotor imobiliário sabia disso e continuou a vender as casas, apesar de a decisão da Inspeção de Planeamento ter afirmado claramente que nenhuma casa deveria ser ocupada até que a Southern Water aumentasse a capacidade. Entretanto, a Barratt, empresa-mãe do promotor imobiliário, apresentou um pedido para construir mais 268 casas num terreno próximo, que já foi recusado para habitação em recurso e que, de acordo com a Avaliação Estratégica do Risco de Inundações do Conselho Distrital de Chichester, está em risco de inundações causadas pelas marés durante o seu período de vida útil. O terreno é atualmente um local designado para aves migratórias, terras agrícolas de primeira qualidade e está excluído do Plano Local de desenvolvimento da área. Da última vez que foi para recurso, a Barratt contratou DOIS KC para defender o caso e mesmo assim perdeu. Mas insiste. Fonte.

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