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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

ESPANHA: REPSOL MULTADA POR PREJUDICAR GALOSINEIRAS INDEPENDENTES

  • A Comissão Nacional dos Mercados e da Concorrência impôs uma sanção de 20,5 milhões de euros ao Grupo Repsol. O regulador espanhol considera provado que a empresa energética abusou da sua posição dominante no mercado grossista de combustíveis durante o ano de 2022, levando a cabo uma estratégia de «redução das margens» destinada a obstaculizar a atividade dos seus concorrentes, principalmente as estações de serviço independentes e de baixo custo. A resolução inclui a proibição de participar em concursos públicos para o fornecimento de combustíveis durante seis meses. Fonte.
  • A Espanha aproxima-se dos 100 milhões de turistas enquanto tenta liderar a descarbonização. Dois objetivos do país que hoje colidem frontalmente. Pode a Espanha turística ser também uma Espanha climaticamente responsável? Reflexão interessante de Andrés Actis, na Climática.
  • Até metade dos sedimentos grosseiros de algumas praias britânicas são compostos por materiais artificiais, como tijolos, betão, vidro e resíduos industriais, conclui um estudo recente.
  • Reino Unido é o pior país do mundo por permitir que empresas de combustíveis fósseis perfurem em reservas naturais. Uma investigação recente revela vasta sobreposição global entre licenças de perfuração e locais protegidos cruciais para a natureza. Fonte.
  • Organizações de ambiente lançam maior petição europeia contra a simplificação das leis ambientais, alegando que, com essa “simplificação” e “redução de burocracia”, a Comissão Europeia se prepara para implementar um novo pacote legislativo – o chamado “omnibus” de desregulamentação – que poderá enfraquecer várias leis ambientais fundamentais, incluindo leis da água, resíduos, químicos, poluição industrial e proteção da natureza. Entre as medidas em discussão estão menos monitorização (mais poluição não detetada, com impactos irreversíveis na saúde e na natureza), padrões mais fracos (pior qualidade da água, do ar e dos solos), fiscalização mais lenta (maior risco para a saúde pública), mais autoavaliação por parte da indústria (menos responsabilização e mais oportunidades para contornar regras), e limites mais elevados para as empresas (menos poluidores obrigados a cumprir a lei). E leis mais fracas significam menos responsabilidades para quem polui e maior risco para a saúde e segurança das pessoas. Fonte.
  • A administração Trump isenta novos reatores nucleares da avaliação ambiental. O anúncio da exclusão surge poucos dias depois de se saber que funcionários do Departamento de Energia tinham secretamente reescrito as regras ambientais e de segurança para facilitar a construção dos reatores. Fonte.
  • Como tornar as políticas climáticas mais justas? Henrique Cortez, EcoDebate.
  • O exército israelita usarou escavadoras para arrasar terras agrícolas na cidade de al-Khader, a sul de Belém, arrancando cerca de 200 videiras maduras. Fonte.

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