- Neste dia, enquanto celebramos a vida e o legado de Dr. Martin Luther King Jr., agentes federais estão a apagar o seu legado, visando pessoas de cor, indo de porta em porta, arrastando pessoas das suas casas, fazendo-as desaparecer; parando aleatoriamente pessoas de pele morena e negra em carros e nas ruas, brandindo armas, exigindo documentos, prendendo cidadãos arbitrariamente, violando flagrantemente direitos constitucionais estabelecidos há muito tempo, atacando testemunhas com gás pimenta, gás tóxico e, no caso de Renee Nicole Good, reivindicando impunidade ao assassinar uma cidadã americana que testemunhou o caos e a brutalidade do ICE. Passámos de «Eu tenho um sonho» para «Nós temos um pesadelo». Dennis Kucinich, Substack.
- A ironia suprema do segundo mandato de Trump é que o autoproclamado «Presidente das Tarifas» está a ajudar a derrubar barreiras comerciais em todo o mundo. Em resposta à sua intimidação, os países estão a fazer acordos entre si. Steve Burgess, The Tyee.
- Miguel Szymanski denunciou texto falsamente atribuído a Miguel Esteves Cardoso fabricado pelos cheganos apelando ao voto no partido do coiso. Szymanski foi brindado com falso texto do mesmo estilo e da mesma origem.
- Leitão Amaro nomeia administrador da Lusa vindo do fundo ligado a Orbán. O novo vice-presidente da agência Lusa trabalhava em projetos do fundo Alpac Capital, ligado a figuras próximas do regime húngaro, que detém a Euronews e em Portugal o semanário Nascer do Sol. Fonte.
- Segundo o novo relatório da Oxfam, seis bilionários controlam nove das dez maiores plataformas de redes sociais do planeta, enquanto três bilionários concentram quase 90% do mercado global de chatbots de inteligência artificial. A organização alerta que esse poder digital acumulado por uma minoria gera não só lucros bilionários, como também está a ser usado para restringir liberdades, vigiar opositores e manipular o debate público.
- A lenda do futebol sueco Hedvig Lindahl, a guarda-redes com mais internacionalizações do país, rejeitou publicamente um convite da FIFA para se juntar à equipa «FIFA Legends» para um jogo promocional no Rio de Janeiro. Lindahl afirmou que se recusou a permitir que a sua imagem fosse usada para legitimar o recém-criado «Prémio da Paz» da FIFA, argumentando que o prémio e os eventos associados a ele correm o risco de «encobrir» o sofrimento contínuo em Gaza, onde ela observou que civis e atletas amantes do futebol foram mortos. Lindahl criticou o presidente da FIFA, Gianni Infantino, por conceder o primeiro Prémio da Paz em dezembro de 2025 a Donald Trump, que, segundo ela, esteve envolvido em várias campanhas de bombardeamentos. Na sua declaração oficial, exigiu que a FIFA «condenasse claramente o comportamento que mata futebolistas» e expressou que só aceitaria tal convite se a organização assumisse uma posição firme contra a violência em Gaza. Fonte.
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