- O INTERROGADOR DE AUSCHWITZ. Tiago Franco.
- RTP-1 – José Rodrigues dos Santos abaixo de cão. Carlos Esperança.
- “Ontem, José Rodrigues dos Santos (JRS) foi escandalosamente longe demais. Usou os 10m com Paulo Raimundo (do PCP) para falar se Portugal devia ou não... enviar armas para a Ucrânia!! E fê-lo como um estagiário preguiçoso, que bate na mesma pergunta 4 vezes porque o entrevistado não lhe disse “sim” ou “não”. E ao fim dos 10m mandou-o embora. Paulo Raimundo até rematou: “Então é só isto?!” Mais: A DI decidiu passar a entrevista no programa 360 da RTP3 para ser comentada. Mas foi cortado o remate de Paulo Raimundo, de modo a não ficar à vista o mau trabalho jornalístico de JRS.” João Ramos de Almeida.
- Muito rápida e convenientemente, fizeram ressuscitar avaliações do passado alegando que a RTP é uma marca de confiança mercê dos mui dignos e rigorosos desempenhos de um pivô que também fabrica romances a metro e com muito sucesso nas prateleiras de superfícies comerciais.
- "Sebastião, nem de propósito: vejam bem o nome! Que fina ironia da História lusa, oferecer-vos um jovem político em pleno século XXI que, num impulso iminente de eminência sebastianista, ambiciona governar o país antes mesmo de ter aprendido a governar as suas próprias expectativas. (…) E como se preparou? Ora, ao entrevistar, na qualidade de jornalista, cinco primeiros-ministros. Sim, cinco! Não um ou dois, nem sequer quatro – cinco! Sebastião acredita, portanto, que adquiriu a arte de governar por osmose, tal como alguém se tornaria um exímio cirurgião após cinco aulas de anatomia, ou que alguém pudesse pilotar um avião depois de cinco colóquios com hospedeiras de bordo ou mecânicos de aeronáutico, acrescido de um conhaque com o presidente da TAP. Quem sabe, então, se não será assim que o jovem Sebastião crê também aprende ballet – entrevistando bailarinas –, ou se dominar a física quântica – dialogando com cinco físicos – ou se faz um fato – tagarelando com cinco modistas. (…) Sebastião Bugalho, na verdade, jamais fugirá às regras universais. Acha-se excepção, mas é somente mais um exemplar de uma longa linhagem de idealistas convencidos de que mudam o mundo ao mudar de penteado ou ao escolher nova fatiota. Ele vê o mundo como uma tela branca onde julga poder pintar com originalidade, sem perceber que esse quadro já foi tantas vezes rabiscado e apagado que há zonas onde a tinta já nem agarra. (…) quando a realidade finalmente se impuser – e ela impõe-se sempre –, Sebastião descobrirá, como outros bugalhos antes dele, que a política é mais do que alhos e não se resume a entrevistas nem se ensina em conversas amenas, mas com golpes profundos de realidade, alianças inesperadas, e muitas desilusões acumuladas. Talvez para esbarrar na realidade, compreenda aquilo que Tácito dizia sobre o imperador Tibério: pode-se conquistar tudo, menos o sossego. Perceberá também que entrevistar cinco primeiros-ministros não o preparou para ser um deles; apenas para entender como também eles falharam, um após o outro. (…) “ Brás Cubas, O princípio da osmose em Sebastião Bugalho – P1.
- Hernâni Dias, ex-secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, que se demitiu na sequência da criação de empresas imobiliárias já enquanto membro do Governo, vai voltar a ser cabeça-de-lista pelo PSD pelo círculo de Bragança. Fonte.
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