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quinta-feira, 20 de maio de 2021

Bico calado

O arco de Darwin, nas Galápagos, colapsou. Reinou a erosão.

  • Marcelo e a Guiné. Tubo de Ensaio/TSF. Do melhor da dupla João Quadros-Bruno Nogueira.
  • «(…) Parte da Comunicação Social habituou-se a falar da 'máfia da amêijoa'. Há cinco anos que conheço o mercado da amêijoa e os seus agentes e há mais indícios de 'máfia' no sector financeiro, no mercado da electricidade ou dos combustíveis ou na distribuição de subsídios do que nas comunidades de apanhadores, pescadores e exportadores de bivalves. No mês passado falei com donos de cafés e com desempregados, com funcionários do comércio e empregados de restaurantes que estavam a resistir à crise graças à apanha da amêijoa. (…)» Miguel Szymanski, Força contra fracos e fome.

  • «Depois do despacho de pronúncia que leva o presidente da Câmara do Porto a julgamento pelo crime de prevaricação, deixou de haver qualquer argumento do direito, da razão ou da ética pública que sustentem a sua recandidatura. Rui Moreira tem direito à presunção da inocência e a lutar pela justiça que apregoa; mas a gravidade da sua condição vai muito para lá da justa luta de um homem pela sua verdade. A sua recandidatura tem um custo: o do descrédito da política. E um preço: o de ameaçar a imagem do Porto como cidade de valores. Ser acusado de prevaricação por, alegadamente, ter defendido os interesses da sua família contra os interesses do município e essa acusação ter sido reforçada com uma pronúncia, deixou de o afectar em exclusivo. Tornou-se um problema da democracia e, acima de tudo, um problema da cidade.» Manuel Carvalho, Abdique, Rui Moreira – Público 19mai2021.
  • «Sim, vamos ter que requalificar a requalificação. Os materiais são fracos, inestéticos e inapropriados, os acabamentos são péssimos, sem rigor ou brio. As vias de circulação estão mal dimensionadas e não se adequam às necessidades dos comerciantes ou residentes. Foram suprimidos centenas de lugares de estacionamento. Brevemente iremos apresentar um plano de requalificação devidamente calendarizado e com os aspetos mais importantes a corrigir minimizando ao máximo futuros transtornos. Terá que ser equacionada urgentemente uma nova postura de transito, não resolverá mas irá atenuar os problemas. Não deixaremos de comunicar a todas as entidades legais tudo o que está a acontecer em Espinho. Os responsáveis devem ser responsabilizados e se for o caso devem responder pelos enormes danos que estão a causar a Espinho, muitos deles de difícil reversão.» Miguel Reis.
  • A People Before Profit renova o pedido de expulsão do embaixador israelita na Irland, em resposta à violência contra os palestinianos. Pat Leahy, The Irish Times.

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