- A Quercus tem página nova no Facebook: https://fb.me/QuercusOficial. Tudo porque João Filipe Branco, seu anterior administrador, recusando transferi-la para outro sócio indigitado pela associação, sequestrou-a. João Filipe Branco foi suspenso e decorrem processos junto da gigante azul e do Cibercrime.
- O governo francês aprovou a proibição de voos domésticos que possam ser realizadas por comboio em menos de 2,5 horas. The Irish Times.
- O governo japonês aprovou um plano controverso para despejar no oceano água radioactiva da central nuclear de Fukushima. Alguns cientistas dizem que ainda não são conhecidos os efeitos da exposição a tão grandes quantidades de material em doses tão baixas a longo prazo na vida marinha. Shaun Burnie, da Greenpeace, considera que as descargas de Fukushima não podem ser seguras. "Isótopos radioativos como o Strontium 90, que poderão ser libertados por estas descargas, concentram-se nas espinhas tanto de peixes como de humanos, aumentando os riscos de cancro", disse Burnie. Uma alternativa à decisão do Japão poderia ser o armazenamento de resíduos a longo prazo, tal como o governo japonês dissera anteriormente que haveria espaço disponível fora da central nuclear de Fukushima para armazenar os seus resíduos. Tem havido uma forte oposição a esta ideia. Países vizinhos como a China e a Coreia do Sul já manifestaram as suas preocupações. "A China expressou grande preocupação através dos canais diplomáticos, instando o Japão a tratar a questão da eliminação de águas residuais da central nuclear de Fukushima de forma prudente e responsável", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Pequim, Zhao Lijian. Choi Young Sam, do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Sul, afirmou que a decisão do Japão "pode ter impacto directo e indirecto na segurança do nosso povo e do ambiente circundante". A decisão surge uma década após o reactor da central nuclear de Fukushima Daiichi ter sido destruído por fusão na sequência de um tsunami em 2011. DW.

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