- A BP vai construir o que diz ser a maior central de produção de hidrogénio do Reino Unido até 2030. Situada em Teesside, nordeste da Inglaterra, teria uma capacidade de até 1 gigawatt de "hidrogénio azul" feito por conversão de gás e armazenamento de CO2 produzido no processo, em comparação com a meta do Reino Unido de 5 GW até 2030. A BP prevê capturar até 98%” do CO2 emitido durante o processo. Ron Bousso, Reuters.
- Na Columbia Britânica, Canadá, a nação Tsilhqot’in luta contra a autorização de despejo de resíduos da mina de Gibraltar no rio Fraser. Uma licença provincial permite que a mina descarregue o equivalente a cerca de 10 piscinas olímpicas de águas residuais no rio diariamente durante alguns meses. Judith Lavoie, The Narwhal.
- Cobrir canais de água na Califórnia com painéis solares flutuantes pode economizar muita água e dinheiro ao gerar energia renovável. Isso daria um retorno sobre o investimento entre 20% e 50% maior do que o obtido pela construção desses painéis no solo. As conclusões são de um estudo coordenado por Brandi McKuin, da University of California, Santa Cruz, em colaboração com investigadores da University of California, Merced. No entanto, uma das grandes desvantagens dos painéis solares flutuantes é o custo: a sua instalação é, por agora, entre 10% e 15% mais cara do que sobre terreno. Molly Taft, Gizmodo.
- Um tribunal japonês ordenou a suspensão da central nuclear Tokai nº 2, localizada a nordeste de Tóquio, alegando a falta de planos de evacuação, apesar das persistentes preocupações com a segurança na geração de energia nuclear 10 anos após a catástrofe de Fukushima Daiichi. Kyodo News.

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