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terça-feira, 30 de março de 2021

Cabeceiras de Basto: autarquia recolhe 22 toneladas de resíduos de lixeiras clandestinas

  • O rio Docim, em Quinchães, Fafe, corria com espuma um dia após ter sido repovoado com trutas. O Minho.
  • A Câmara de Cabeceiras de Basto recolheu nos últimos dias cerca de 22 toneladas de resíduos de múltiplas características e dimensões em lixeiras clandestinas na freguesia de Arco de Baúlhe e Vila Nune, incluindo monos, resíduos de construção e outros. O Minho.
  • Várias organizações ambientalistas exigem ao Ministério do Ambiente que fiscalize e desenvolva soluções para que a salvaguarda das aquaculturas não seja uma ameaça às aves selvagens. Corvos-marinhos, águias-sapeiras, pernilongos, garças e outras aves continuam a morrer presas em redes de proteção perante a inação das autoridades. «A falha das autoridades é ainda mais incompreensível dado que existem soluções alternativas que podem reduzir esta mortalidade. Existem redes pretas, que as aves mais facilmente veem, que poderão permitir-lhes desviar-se a tempo. Usando uma malha mais apertada, estas redes evitariam também que as aves ficassem presas. E podem ser usadas juntamente com medidas para afugentar as aves, como fitas coloridas ou réplicas de predadores. Estas e outras soluções deveriam ser testadas, monitorizando de perto a sua eficácia», adianta a SPEA. Sul Informação.

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