quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Honduras: assassinado o ativista ambiental indígena Felix Vasquez

  • Autarquia de Matosinhos não quer refinaria de lítio. Ana Cristina Marques, Observador.
  • O Núcleo de Protecção Ambiental de Santarém da GNR detectou no dia 26 de Dezembro descargas ilegais de efluentes pecuários para linhas de água nas localidades de Arrouquelas e Assentiz, no concelho de Rio Maior. Foram elaborados dois autos de contraordenação ambiental às empresas fiscalizadas, entretanto remetidos para a Inspeção Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território. As explorações estão sujeitas a aplicação de coimas. O Mirante.
  • O projeto de ampliação da extração de petróleo em Nonville desperta a oposição dos vizinhos, de autarcas e ativistas ambientais parisienses, devido ao risco de poluição das águas subterrâneas. «Em 2012, quando a empresa apresentou o projeto, opusemo-nos, mas a prefeitura recusou-se ouvir-nos. Hoje, também me oponho a este projeto de expansão", diz Gérard Balland, president da Câmara de de Nonville, bom conhecedor do assunto por terttrabalhado no setor do petróleo. “Os cheiros que emanam do local são insuportáveis, apesar dos esforços da Bridgeoil para reduzir o incómodo. O cheiro de sulfeto de hidrogénio às vezes chega ao recreio da escola da aldeia.» O projeto da Bridgeoil preocupa até na capital. Dan Lert, o diretor da Eau de Paris, que também é o adjunto de Anne Hidalgo encarregado da transição ecológica, está contra por causa do risco de poluição dos lençóis freáticos que abastecem cerca de 300.000 parisienses com água potável. “Um derrame de hidrocarbonetos durante a perfuração ou operação de poços condenaria as fontes locais (Villemer 2,5 km e Villeron 1,5 km) por um período que pode ser longo”, alertou o autarca no final de outubro , poucas semanas após o fim do inquérito público relacionado com o projeto Bridgeoil. Benoît Collet, Reporterre.
  • O ativista ambiental indígena Felix Vasquez foi morto. O assassinato de Vasquez ocorre 4 anos após o da ativista indígena Lenca BertaCáceres, uma veterana defensora dos direitos à terra que liderou uma batalha contra uma grande barragem em terras ancestrais antes de ser morta a tiros em sua casa. Honduras é um dos países mais perigosos do mundo para ativistas, com 14 defensores da terra e do meio ambiente mortos em 2019. Aljazeera.

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