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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Alcácer do Sal: autarquia abandona o glifosato e aplica herbicida biodegradável de origem natural

  • O núcleo regional de Aveiro da Quercus alerta para a capacidade de regeneração muito limitada dos recursos hídricos perante o atual ritmo da poluição, colocando em causa a vida e ecossistemas: «Os recorrentes episódios de poluição, registados ao longo do ano, particularmente nos rios Caima, Cértima, Paiva, Ul e Vouga fazem com que estes ecossistemas se apresentem ano após ano, ameaçados». A Quercus critica o incumprimento sistemático de entidades e empresas da região responsáveis pelas elevadas concentrações de nutrientes e cargas orgânicas, associadas sobretudo a más práticas agrícolas com uso excessivo de fertilizantes e a descargas poluentes com origem urbana e industrial. A Quercus lamenta a fiscalização insuficiente e a inexistência de saneamento básico em diversos pontos do distrito. Notícias de Aveiro.
  • A Câmara Municipal de Alcácer do Sal está a aplicar um novo herbicida biodegradável, de origem natural, seguro para pessoas, animais e ambiente. À base de ácido pelargónico e alternativo à utilização de glifosato, este herbicida é obtido a partir de plantas e quando aplicado degrada-se muito rapidamente, não havendo riscos de contaminação dos lençóis freáticos ou efeitos negativos para organismos do solo, apesar de se verificar um cheiro intenso após a sua aplicação. Rádio Campanário.
  • A Philadelphia Energy Solutions, que pagou 4,6 milhões de dólares em prémios a executivos após um devastador incêndio em junho que levou ao seu encerramento e falência, quer pagar uma nova rodada de prémios de retenção. Mas desta vez quer manter em segredo os destinatários e os prémios. The Philadelphia Enquirer.
  • Mônica Lopes Ferreira, imunologista do Instituto Butanatn, instituição pública centenária ligada à Secretaria da Saúde de São Paulo, que atua como centro de pesquisa biológica, está a ser alvo de pressões e perseguição após ter analisado dez dos agrotóxicos mais utilizados no Brasil e revelado que todos, em qualquer quantidade aplicada, causam graves prejuízos à saúde humana. São eles: abamectina, acefato, alfacipermetrina, bendiocarb, carbofurano, diazinon, etofenprox, glifosato, malathion e piripoxifem. APublica.
  • O governo da Nova Gales do Sul, na Austrália, prepara legislação que poderia ajudar a abrir novas minas de carvão no seu território, tornando mais difícil para as autoridades de planeamento descartá-las por motivos de crise climática, informa o The Guardian.
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