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quinta-feira, 12 de julho de 2018

Quer saber se está contaminado com glifosato?

Pico, Azores. Foto: Luís Godinho 11jul2018.
  • O secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, defendeu os trabalhos de prospeção de petróleo que a Galp/Eni pretende começar a fazer em Portugal ao largo da costa alentejana a partir de setembro ou outubro. «O país deve querer conhecer os seus recursos e depois tomar a decisão se os deve explorar ou não», afirmou em declarações aos jornalistas à margem da apresentação do estudo BP Statistical Review of World Energy 2018, em Lisboa, um evento organizado em parceria com o Expresso. Há muito que conhecemos este conceito, como agora sói dizer-se, há muito que vimos este tipo de filme. O secretário de Estado e o governo vão acabar por cumprir o que as gigantes petrolíferas mandam fazer. 
  • Se quiser saber se está contaminado com glifosato, tem uma semana para se inscrever na Plataforma Transgénicos Fora!, que recolherá e enviará as amostras de urina dos interessados para um laboratório na Alemanha. Cada análise custa 78,20 euros. Os resultados irão mostrar os níveis de contaminação dos portugueses, o que será um bom argumento para exigir que o nosso governo e as nossas autarquias reduzam o uso do glifosato na eliminação de ervas em espaços públicos e o substituem por opções muito menos agressivas e prejudiciais para o Ambiente e para a saúde das pessoas.
  • «Construções junto à Ponte da Arrábida. Como é possível? Pelo licenciamento, pela posse e dimensão do terreno, por aquilo a que obriga a classificação da Ponte da Arrábida como monumento nacional, pela ausência de pareceres obrigatórios, não serão as construções da Arrábida ilegais?» Odete Patrício, Álvaro Domingues e José Alberto Rio Fernandes levantam uma série de questões que machucam a imagem de instituições como a Câmara Municipal do Porto, a Direção Regional de Cultura do Norte, a Administração de Portos do Douro e Leixões e Comissão de Coordenação da Região Norte, tal é a montanha de trapalhadas e truques realizados para permitir certos projetos urbanísticos. Público 11jul2018.
  • As companhias de água ainda não fazem o suficiente para proteger rios e ribeiras, admite um relatório do ministério do Ambiente do Reino Unido. Embora a qualidade da água seja melhor do que há 100 anos, cresceu o número de graves ocorrências de poluição, nomeadamente a fuga de esgotos não tratados. BBC.
  • Centenas de ações judiciais contra a Monsanto Co por parte de pacientes de cancro ou de famílias de pessoas que morreram podem avançar para julgamento, determinou um juiz federal norte-americano, sublinhando que havia provas suficientes para um júri analisar os casos que responsabilizam pela doença o herbicida que contém glifosato. A decisão do juiz Vince Chhabria em San Francisco surge após anos de litígios e semanas de audiências sobre a ciência controversa À volta da segurança do glifosato químico, a substância ativa do herbicida mais vendido da Monsanto. Reuters.
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