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sábado, 10 de março de 2018

Tomar: 12 focos suspeitos de poluição ao longo do rio Nabão


  • António Gameiro foi ilibado da acusação de difamação, contra si movida pela Fabrióleo. A juíza do Tribunal de Torres Novas considerou que nem houve difamação, nem as palavras de António Gameiro, citadas por um jornal, punham em causa o bom nome da empresa. A Fabrióleo, por seu lado, foi condenada a pagar as custas do processo. Os factos remontam a 2016 quando, numa reunião pública da câmara de Torres Novas, no espaço dedicado ao público, aquele habitante de Carreiro de Areia (aldeia situada paredes meias com as instalações da Fabrióleo) fez uma intervenção em que protestava contra os efeitos da poluição daquela unidade fabril. As declarações de António Gameiro, de 80 anos, foram referenciadas num jornal digital da região e foi com base nessa matéria que a Fabrióleo interpôs a queixa judicial, alegando difamação. A ação da Fabrióleo foi vista pela generalidade da opinião pública como uma manobra de intimidação que visava impedir as críticas e os protestos dos cidadãos contra os efeitos da poluição na Ribeira da Boa Água, alegadamente causada em grande parte por descargas efetuadas a partir daquela unidade fabril.
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