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segunda-feira, 26 de março de 2018

Reflexão – Carvalhos, castanheiros, aveleiras, nogueiras e medronheiros protegeram a Mata da Margaça dos últimos incêndios

Couto de Esteves.

«(…) A histórica Mata da Margaraça, composta principalmente por carvalho alvarinho, castanheiros, aveleiras, ulmeiros, cerejeiras, nogueiras, medronheiros, loureiros e azeireiro, considerada pelo Instituto de Conservação da Natureza como uma “relíquia” de florestas do passado, viu menos de 20% da sua área ardida, apesar de estar cercada por área ardida em todos os lados. Sem bombeiros ou apoio relevante, a sua estrutura de espécies e de ecossistema conseguiu reduzir a intensidade do fogo dos extremos para o centro. Foi a composição de espécies desta floresta que combateu o incêndios e o seu núcleo, mais maduro, ficou intacto, como destaca o relatório da comissão.(…)» João Camargo, in O bailinho do eucalipto no caixão do pinheiro - Público 24mar2018.

Entretanto, a aldeia de Ferraria de S. João, em Penela, decidiu arrancar os eucaliptos e criar uma zona de proteção composta por sobreiros, castanheiros, medronheiros e outras árvores mais resistentes ao fogo.
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