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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Câmaras apelam à moderação no consumo de água

Imagem captada aqui.
  • A Câmara de Nelas apelou à moderação no consumo de água avisando que o abastecimento através da Barragem de Fagilde só está garantido durante mais 30 dias. Numa informação divulgada aos media, a autarquia refere que, juntamente com as Câmaras de Viseu, Mangualde e Penalva do Castelo, bem como o Governo, «se estão a promover todas as medidas necessárias a minimizar as consequências de falta de água». Já no final de julho, a Câmara de Viseu adotara um plano municipal de contingência para diminuir consumos de água. Entre outras medidas, o município reduzira os períodos e volumes de água utilizados na rega de espaços verdes públicos e lavagens urbanas. O executivo camarário de Viseu tem insistido «na urgência e prioridade do aumento da capacidade de armazenamento da albufeira de Fagilde», o que por várias vezes foi comunicada ao Estado, e na construção de mais uma barragem no Vouga, um projeto que junta os municípios de Viseu, Mangualde, Nelas, Penalva do Castelo, Sátão, Vila Nova de Paiva, Vouzela e São Pedro do Sul. AM.
  • A seca está a ter impacto dramático nas emissões de dióxido de carbono associadas à produção de eletricidade. A seca provocou uma diminuição dramática da produção de eletricidade através das grandes barragens (-59% entre janeiro e setembro de 2017 e o mesmo período em 2016), e um aumento enorme do recurso às centrais térmicas (+61%). No que respeita ao total de contribuição de produção de eletricidade a partir de fontes renováveis em relação ao consumo em Portugal, a mesma recuou 23,3%, ou seja, de 71,0% para 47,7%. Isto é, até ao final de setembro, menos de metade do consumo de eletricidade foi assegurado por fontes renováveis. Zero.
Fonte: INE.
  • Os impostos relacionados com o ambiente atingiram 4,8 mil milhões de euros em 2016, correspondendo a 7,5% do total das receitas coletadas, e aumentaram 10,5% face ao ano anterior, segundo o INE. A receita com o conjunto dos impostos sobre produtos petrolíferos e energéticos, sobre veículos e imposto único de circulação representou cerca de 97% do total dos impostos com relevância ambiental. AM.
  • Várias redes de vigilância nos países europeus detetaram vestígios de um elemento radioativo que não existe no estado natural na atmosfera, o rutênio 106, informa o Instituto Francês de Proteção contra a Radiação e Segurança Nuclear (IRSN). A origem desta poluição não é conhecida, mas a organização francesa analisa os movimentos de massa do ar nos últimos dias para tentar identificar as possíveis trajetórias da sua proveniência. O ruténio é usado como uma fonte radioativa em medicina nuclear, para a braquiterapia, e é também um produto de fissão encontrado em combustível usado por reatores nucleares. Peritos sugerem que os vestígios de ruténio não podem ser provenientes de um reator nuclear, porque em caso de acidente, haveria outros elementos para além do ruténio, o que não é o caso. Outra hipótese remete a origem do problema para uma possível manipulação defeituosa de materiais médicos que incluíam ruténio. Le Figaro.
  • Cerca de 20 manifestantes em campanha pela melhor qualidade do ar em Bristol paralisaram o trânsito na principal rua de Bristol durante 10 minutos. BP.
Imagem colhida aqui.
  • 20 de Outubro de 2017: Dia Internacional da Paisagem do Conselho da Europa - O Conselho da Europa promove no dia 20 de Outubro, 6feira, o primeiro Dia Internacional da Paisagem. A iniciativa visa celebrar a paisagem enquanto parte essencial dos ambientes humanos, expressão da forte e extensa diversidade natural e cultural do seu património partilhado e sustentáculo fundamental da sua identidade. Fonte.
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