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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Brejos de Azeitão: vizinhos desesperados com poluição de empresa que trata resíduos perigosos

Imagem captada aqui.
  • Moradores de Brejos de Azeitão desesperam com a poluição proveniente de uma empresa que trata resíduos perigosos. Os vapores resultantes da destilação de hidrocarbonetos são cancerígenos e, por isso, a APA autorizou, em 2013, a Carmona Lda a deslocalizar-se para a zona industrial da Mitrena, em Setúbal. Porém, passados 4 anos, a empresa continua a laborar na vzihança de dezenas de casas e a ultrapassar os limites legalmente impostos para a emissão daquele tipo de poluentes. Uma moradora sublinha que o presidente a junta de freguesia é o testa de ferro das benfeitorias concedidas pela empresa. CM.
  • O governo escocês proibiu a fraturação hidráulica no seu território após consulta popular. A fraturação hidráulica iria provocar prejuízos ambientais injustificáveis e que não cobririam os benefícios propagandeados. The Guardian.
  • Mais de 40 instituições católicas, entre as quais a Caritas, a arquidiocese da Cidade do Cabo, a Conferência Episcopal da Bélgica e a diocese de Assisi-Nocera Umbra-Gualdo Tadin,  retiraram investimentos de combustíveis fósseis no dia de aniversário de S. Francisco de Assis, 3 de outubro. O montante global será de 5,5 trilhões de dólares. The Guardian.
  • As árvores representam um valor médio anual de 430 milhões de euros, o equivalente a um milhão por km2 de árvores, conclui uma equipa de investigadores que analisou dez megacidades em cinco continentes e biomas: Bombaim, Índia; Buenos Aires, Argentina; Cairo, Egipto; Cidade do México, México; Istambul, Turquia; Londres, Reino Unido; Los Angeles, Estados Unidos; Moscovo, Rússia; Pequim, China e Tóquio, Japão. Theodore Endreny, autor do estudo, considera que as cidades poderão facilmente duplicar estes valores, plantando mais árvores. «As megacidades podem aumentar estes benefícios em 85%, em média. Se se plantassem árvores em todas as áreas apropriadas disponíveis, elas serviriam para filtrar os poluentes do ar e da água, reduzir a utilização de energia nos edifícios e melhorar o bem-estar, ao mesmo tempo que proporcionariam habitat e recursos para outras espécies na zona urbana.» Há cada vez mais estudos a comprovar os benefícios dos espaços verdes urbanos para a saúde mental e física das pessoas. Segundo um relatório do Instituto para a Política Ambiental Europeia, quem vive perto de árvores e espaços verdes tem menos probabilidade de ser obeso, inativo ou de estar dependente de antidepressivos. As grávidas que vivem em zonas arborizadas apresentam valores mais baixos de tensão arterial e, segundo um estudo da Universidade de Glasgow, a taxa de mortalidade entre os homens de meia-idade que moram em zonas desfavorecidas que possuem espaços verdes é inferior em 16% à dos que vivem em zonas mais urbanizadas.  «As árvores possuem benefícios diretos e indiretos para o arrefecimento dos edifícios e para reduzir o sofrimento humano durante as ondas de calor«, explica Theodore Endreny. «O benefício direto é a sombra, que mantém as zonas urbanas mais frescas, o benefício indireto é a transpiração das águas pluviais, que torna o ar quente mais fresco.». UniPlanet.
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